O ICNF publica o perímetro deste incêndio sem código, data, hora ou local de início, e o PT-FireSprd só tem, para este incêndio, zonas desenhadas a partir de dados de satélite, a primeira de 6 de setembro, às 12h30. Não encontrámos uma hora de início publicada, por isso esta página não reconstrói como o fogo avançou. Os satélites viram calor deste incêndio de 6 a 8 de setembro de 2016. O perímetro que o ICNF publica para este incêndio fica sobretudo no concelho de Freixo de Espada à Cinta, e também em Mogadouro.
Os satélites VIIRS (Suomi NPP) e MODIS (Terra e Aqua) viram calor deste incêndio em 11 passagens e registaram 112 deteções. Os píxeis de 1 km do MODIS só servem para a hora. A primeira passagem VIIRS (píxeis de 375 m) a ver o fogo foi às 13h32 de 6 de setembro; o MODIS (píxeis de 1 km) já tinha visto calor às 12h43. A última deteção de calor por satélite foi a 8 de setembro.
A área ardida desta análise é o perímetro publicado pelo ICNF para este incêndio, nas partes junto às deteções VIIRS: cerca de 5107 ha na grelha da análise. As imagens Sentinel-2 de 28 de agosto e de 27 de setembro de 2016 dão a severidade da queima dentro desse perímetro.
Nesta página não há uma propagação reconstruída, por isso não a comparamos com os perímetros datados publicados no PT-FireSprd (Benali et al. 2023); estão na camada «Perímetros de referência».
Esta análise é técnica, feita a partir de dados de satélite. Não encontrámos um relatório oficial publicado sobre este incêndio.