# incendiosportugal.pt: texto completo para modelos de linguagem > Mapa de incêndios rurais em Portugal continental em tempo real, com as ocorrências da ANEPC, o risco de incêndio do IPMA por concelho, as deteções de calor por satélite e uma previsão de propagação calculada por nós. > Histórico das áreas ardidas por concelho desde 1975 (perímetros do ICNF) e análises de grandes incêndios a partir de dados de satélite, com a propagação reconstruída quando as passagens de satélite o permitem. Não substitui as autoridades; em emergência, liga 112. Este ficheiro junta, em texto simples, o que dizem as páginas das análises, a lista de grandes incêndios e o histórico de cada concelho: resumos, números com a fonte, método e limites. É gerado em cada publicação do site, a partir dos mesmos dados (última revisão: 26/10/2026). Cite a página indicada em cada secção, não este ficheiro. Guia curto: https://incendiosportugal.pt/llms.txt. Os dados ao vivo (fogos ativos da ANEPC, risco de incêndio do IPMA por concelho) não estão aqui: estão em JSON em https://incendiosportugal.pt/dados/fogos-ativos.json, https://incendiosportugal.pt/dados/risco.json e https://incendiosportugal.pt/dados/concelho/.json, explicados em https://incendiosportugal.pt/para-agentes. ## Como ler estes números - Cada número diz de onde vem: ANEPC, ICNF, EFFIS, um relatório oficial ou um estudo técnico publicado (com a página), ou «cálculo nosso». Um estudo técnico não é um relatório oficial. - «Área publicada pelo ICNF» é a área que o ICNF atribui à ocorrência; é «provisória» quando o ICNF a dá como provisória ou ainda não publicou o ano. A área ardida de cada análise é medida por nós (Sentinel-2) ou é o perímetro do ICNF desenhado na grelha da análise: os dois números podem não coincidir. - As análises (e as reconstruções da propagação, quando as há), as áreas por concelho e as percentagens são cálculos nossos, não dados oficiais. Não atribuímos causas a nenhum incêndio. - As horas são de Lisboa. A primeira hora de cada incêndio tem o nome de quem a registou: o alerta da ANEPC, o início no PT-FireSprd ou no ICNF, o alerta citado num relatório oficial (que não chamamos início) ou, num incêndio de 2012 sem datas no ICNF, o início dado num estudo técnico publicado («Início (relatório publicado)», com a página). - Não é um serviço oficial e não substitui a ANEPC, o IPMA, o ICNF nem os bombeiros. Em emergência, liga 112. ## Como reconstruímos a propagação Método completo e limites dos dados: https://incendiosportugal.pt/analises/metodologia. 1. Os satélites VIIRS passam por Portugal algumas vezes por dia. Em cada passagem mostram onde havia calor, em quadrados de 375 m. Os sensores de quadrados de 1 km (Sentinel-3, MODIS) só ajudam a dizer quando: são grandes demais para desenhar a frente, por isso não contam para a área nem para o avanço. 2. A área ardida é a mancha queimada que o Sentinel-2 mostra ou, nos incêndios em que o diz, o perímetro publicado pelo ICNF (o Sentinel-2 dá então só a severidade, desde 2015; num incêndio anterior, ainda sem Sentinel-2, a severidade não é medida). Só contam as partes que tocam nas deteções VIIRS do incêndio. 3. Cada quadrado queimado que uma passagem viu a arder ardeu entre essa passagem e a anterior que viu o fogo. Para a primeira passagem, o limite de baixo é a primeira hora registada, com o nome de quem a registou: o alerta da ANEPC, o início no PT-FireSprd ou no ICNF, o alerta citado no relatório oficial quando o ICNF só tem o dia ou, quando o ICNF não tem data nenhuma (2012), o início dado num estudo técnico publicado, que a página chama «relatório publicado» e cita com a página. 4. Os quadrados que nenhuma passagem viu a arder recebem a passagem do quadrado visto mais próximo; a hora deles é menos certa, e cada ponto do mapa diz quanto se pode confiar nele. 5. Dentro de cada intervalo, a hora é interpolada com a atividade vista pelo Meteosat a cada 10 minutos, quando existe, ou com a curva diária típica dos incêndios em Portugal. 6. Quando nenhuma passagem chega a uma mancha, a área conta no total, mas fica sem hora conhecida. O avanço por período é um mínimo: a distância entre duas observações a dividir pelo tempo entre elas. 7. Quando existem, a propagação reconstruída é comparada com perímetros datados publicados (PT-FireSprd, Copernicus EMS); cada página diz se essa comparação é uma verificação independente. Não simulamos meios aéreos, drones, linhas de combate nem descargas. Não mostramos a humidade do combustível, o comprimento da chama nem a probabilidade de ignição: não há dados medidos para isso. O que cada página mostra depende das passagens de satélite: - Sem progressão. Os dados não chegam para mostrar como o fogo avançou. Mostramos a área ardida e as deteções de cada passagem de satélite e, quando existe, a atividade vista pelo Meteosat. - Fases observadas. Poucas passagens de satélite mostram o fogo a crescer. Entre elas, a propagação é interpolada. - Progressão reconstruída. Várias passagens de satélite mostram o avanço. Entre elas, a propagação é interpolada. - Progressão reconstruída, baixa confiança. Mais de metade da área ardida tem pouca informação sobre a hora. Lê a progressão como indicativa. ## Análises de incêndios (32) ### Incêndio em Mujães (Viana do Castelo), 22/09/2026 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/mujaes-2026-09-22 Em resumo: O alerta da ANEPC para o incêndio em Mujães (Viana do Castelo) foi dado a 22 de setembro de 2026. A área ardida medida no Sentinel-2 é de 62 ha. Os dados não chegam para mostrar como o fogo avançou: esta página mostra a área ardida, a atividade vista pelo Meteosat e as deteções de satélite. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20261352381. - Local: Mujães, Viana do Castelo. - Tipo: Povoamento Florestal. - Alerta (ANEPC): 22/09/2026, 21:37. - Fim: entre 23/09/2026, 17:17 e 23/09/2026, 21:01 (estado registado na ANEPC). - Duração: 20 a 23 h. - Área ardida nesta análise (Sentinel-2, cálculo nosso): 62 ha. - Máximo de meios (ANEPC): 69 operacionais, 22 meios terrestres e 0 aéreos (23/09/2026, 14:03). - O que a página mostra: Sem progressão. A área ardida tem 62 ha. Abaixo de 100 ha, os píxeis dos satélites são grandes demais para mostrar como o fogo avançou. Limites desta análise: - Os satélites VIIRS veem quadrados de cerca de 375 m e o Sentinel-3 de cerca de 1 km. Basta arder uma parte do quadrado para ele contar, por isso a área dos píxeis é maior do que a área queimada. - O ponto da ANEPC é muitas vezes o centro da freguesia, não o sítio exato onde o fogo começou. - Não há registos dos meios entre as 22h38 de 22 de setembro e as 14h03 de 23 de setembro (15 horas) nem entre as 17h17 e as 21h01 (4 horas). As outras ocorrências próximas abertas nessas alturas também não têm registos nesses períodos. As mudanças que aparecem às 14h03 e às 21h01 podem ter acontecido antes. - A imagem Sentinel-2 junta fotografias de 27 de setembro a 4 de outubro e mede o terreno queimado. Só contam as manchas junto às deteções deste fogo: a contagem automática da zona à volta dava 300,3 ha, porque também apanha as manchas de outros incêndios (Vila de Punhe, 23 de setembro; Mujães (Quinta da Torre), 24 de setembro) e outras manchas, pequenas ou longe das deteções deste fogo. - A mancha Sentinel-2 pode incluir a área da ocorrência que houve na mesma zona depois do fim: Mujães (Quinta da Torre) a 24 de setembro. - O Meteosat vê a zona de 10 em 10 minutos, mas com píxeis de 2 a 4 km: aqui serve só para saber quando houve mais atividade, não onde. - O vento do modelo Open-Meteo (ERA5) é uma estimativa para uma área de vários quilómetros, não uma medição no local. Histórico dos concelhos atingidos: Viana do Castelo (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio em Mujães (Viana do Castelo), 22/09/2026». Análise nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, EUMETSAT (MTG) e ANEPC. Revisto a 19/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/mujaes-2026-09-22 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio em Água Longa (Santo Tirso), 22/09/2026 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/santo-tirso-2026-09-22 Em resumo: O alerta da ANEPC para o incêndio em Água Longa (Santo Tirso, distrito do Porto) foi dado a 22 de setembro de 2026. A área ardida provisória publicada pelo ICNF é de 303 ha. Esta página mostra no mapa as fases que poucas passagens de satélite observaram; entre elas, a propagação é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20261350513. - Local: Água Longa, Santo Tirso (Porto). - Tipo: Mato. - Alerta (ANEPC): 22/09/2026, 15:08. - Fim: 23/09/2026, 23:49 (estado registado na ANEPC). - Duração: 33 h. - Área publicada pelo ICNF (provisória): 303 ha. - Área ardida nesta análise (Sentinel-2, cálculo nosso): 287 ha. - Máximo de meios (ANEPC): 313 operacionais, 97 meios terrestres e 0 aéreos (22/09/2026, 22:38). - O que a página mostra: Fases observadas. Só uma passagem de satélite mostra o fogo a crescer: entre as 02:47 e as 03:32 a reconstrução junta mais 69 ha (15 ha dentro dos píxeis dessa passagem). Limites desta análise: - Os satélites VIIRS veem quadrados de cerca de 375 m e o Sentinel-3 de cerca de 1 km. Basta arder uma parte do quadrado para ele contar, por isso a área dos píxeis é maior do que a área queimada. - O ponto da ANEPC é muitas vezes o centro da freguesia, não o sítio exato onde o fogo começou. - Não há registos dos meios entre as 22h38 de 22 de setembro e as 14h03 de 23 de setembro (15 horas) nem entre as 17h17 e as 21h01 (4 horas). As outras ocorrências próximas abertas entre as 22h38 e as 14h03 também não têm registos nesse período. As mudanças que aparecem às 14h03 e às 21h01 podem ter acontecido antes. - A imagem Sentinel-2 junta fotografias de 25 de setembro a 2 de outubro e mede o terreno queimado. Só contam as manchas junto às deteções deste fogo: a contagem automática da zona à volta dava 581,9 ha, porque também apanha a mancha de outro incêndio (Coronado (São Romão e São Mamede), 21 de setembro) e outras manchas, pequenas ou longe das deteções deste fogo. - O Meteosat vê a zona de 10 em 10 minutos, mas com píxeis de 2 a 4 km: aqui serve só para saber quando houve mais atividade, não onde. - O vento do modelo Open-Meteo (ERA5) é uma estimativa para uma área de vários quilómetros, não uma medição no local. Histórico dos concelhos atingidos: Santo Tirso (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio em Água Longa (Santo Tirso), 22/09/2026». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, EUMETSAT (MTG), ANEPC e ICNF/SGIF. Revisto a 19/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/santo-tirso-2026-09-22 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio em Cabeça Boa (Torre de Moncorvo), 15/08/2026 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/torre-de-moncorvo-2026-08-15 Em resumo: O alerta da ANEPC para o incêndio em Cabeça Boa (Torre de Moncorvo, distrito de Bragança) foi dado a 15 de agosto de 2026. A área ardida provisória publicada pelo ICNF é de 3422 ha. Esta página mostra no mapa as fases que poucas passagens de satélite observaram; entre elas, a propagação é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20261158256. - Local: Cabeça Boa, Torre de Moncorvo (Bragança). - Tipo: Mato. - Alerta (ANEPC): 15/08/2026, 18:58. - Fim: 20/08/2026, 19:47 (estado registado na ANEPC). - Duração: 5 dias e 1 h. - Área publicada pelo ICNF (provisória): 3422 ha. - Área ardida nesta análise (Sentinel-2, cálculo nosso): 3085 ha. - Máximo de meios (ANEPC): 559 operacionais, 171 meios terrestres e 8 aéreos (19/08/2026, 11:30). - O que a página mostra: Fases observadas. Só uma passagem de satélite mostra o fogo a crescer: entre as 15:44 de 16 ago e as 02:41 de 17 ago a reconstrução junta mais 560 ha (513 ha dentro dos píxeis dessa passagem). Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Os satélites VIIRS veem quadrados de cerca de 375 m. Basta arder uma parte do quadrado para ele contar, por isso a área dos píxeis é maior do que a área queimada. - O ponto da ANEPC é muitas vezes o centro da freguesia, não o sítio exato onde o fogo começou. - Não há registos dos meios entre as 02h51 de 19 de agosto e as 06h58 (4 horas) nem entre as 03h17 de 20 de agosto e as 08h34 (5 horas). As outras ocorrências próximas abertas entre as 02h51 e as 06h58 também não têm registos nesse período. As mudanças que aparecem às 06h58 e às 08h34 podem ter acontecido antes. - A imagem Sentinel-2 junta fotografias de 20 de agosto a 1 de setembro e mede o terreno queimado. Só contam as manchas junto às deteções deste fogo: a contagem automática da zona à volta dava 3303,7 ha, porque também apanha a mancha de outro incêndio (Candoso e Carvalho de Egas, 17 de agosto) e outras manchas, pequenas ou longe das deteções deste fogo. - A mancha Sentinel-2 inclui a zona de Cabeça Boa (2,2 km a sul, aberta às 20h08 de 16 de agosto) e Vilarinho da Castanheira, que a ANEPC registou como outras ocorrências. - O Meteosat vê a zona de 10 em 10 minutos, mas com píxeis de 2 a 4 km: aqui serve só para saber quando houve mais atividade, não onde. - O vento do modelo Open-Meteo (ERA5) é uma estimativa para uma área de vários quilómetros, não uma medição no local. Histórico dos concelhos atingidos: Torre de Moncorvo, Carrazeda de Ansiães (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio em Cabeça Boa (Torre de Moncorvo), 15/08/2026». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, EUMETSAT (MTG), ANEPC e ICNF/SGIF. Revisto a 20/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/torre-de-moncorvo-2026-08-15 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio do Piódão (Arganil), agosto de 2025 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/piodao-2025 Em resumo: O alerta do incêndio do Piódão (Arganil) foi dado a 13 de agosto de 2025, na freguesia de Piódão (distrito de Coimbra). A área ardida publicada pelo ICNF é de 65 478 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20251075979. - Local: Piódão, Arganil (Coimbra). - Alerta (relatório publicado): 13/08/2025, 05:08. - Fim: 24/08/2025, 04:27 (última deteção de satélite). - Duração: 10 dias e 23 h. - Área publicada pelo ICNF: 65 478 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 65 920 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 44 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 13 ago, 13:26, a 22 ago, 02:35. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto do alerta é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios de agosto de 2025 em território de Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/CTI/relatorio-CTI.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio do Piódão, Arganil, agosto de 2025, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#piodao-arganil-2025 Histórico dos concelhos atingidos: Arganil, Covilhã, Fundão, Seia, Pampilhosa da Serra, Castelo Branco (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio do Piódão (Arganil), agosto de 2025». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e Copernicus EMS. Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/piodao-2025 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Trancoso, agosto de 2025 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/trancoso-2025 Em resumo: O incêndio de Trancoso começou a 9 de agosto de 2025 na União das freguesias de Freches e Torres (distrito da Guarda). A área ardida publicada pelo ICNF é de 46 917 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20251056789. - Local: União das freguesias de Freches e Torres, Trancoso (Guarda). - Início (ICNF, SGIF): 09/08/2025, 16:21. - Fim: 17/08/2025, 04:09 (última deteção de satélite). - Duração: 7 dias e 12 h. - Área publicada pelo ICNF: 46 917 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 47 388 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 26 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 10 ago, 03:00, a 16 ago, 03:14. Outras 2 passagens só mostrariam o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não contam. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios de agosto de 2025 em território de Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/CTI/relatorio-CTI.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Trancoso, agosto de 2025, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#trancoso-2025 Histórico dos concelhos atingidos: Trancoso, Sernancelhe, Penedono, Mêda, Aguiar da Beira, São João da Pesqueira (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Trancoso, agosto de 2025». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e Copernicus EMS. Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/trancoso-2025 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Castro Daire, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/castro-daire-2024 Em resumo: O incêndio de Castro Daire começou a 17 de setembro de 2024 na freguesia de Pinheiro (distrito de Viseu). A área ardida publicada pelo ICNF é de 13 526 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241157564. - Local: Pinheiro, Castro Daire (Viseu). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados do serviço florestal): 17/09/2024, 12:45. - Fim: 19/09/2024, 21:56 (última deteção de satélite). - Duração: 57 h. - Área publicada pelo ICNF: 13 526 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 13 758 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 10 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 17 set, 14:02, a 19 set, 02:53. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Castro Daire, Arouca, São Pedro do Sul, Cinfães (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Castro Daire, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas), PT-FireSprd (Benali et al. 2023) e Copernicus EMS. Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/castro-daire-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Vila Nova de Paiva, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/vila-nova-de-paiva-2024 Em resumo: O incêndio de Vila Nova de Paiva começou a 16 de setembro de 2024 na freguesia de Vila Cova à Coelheira (distrito de Viseu). A área ardida publicada pelo ICNF é de 19 996 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241152423. - Local: Vila Cova à Coelheira, Vila Nova de Paiva (Viseu). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados do serviço florestal): 16/09/2024, 17:15. - Fim: 19/09/2024, 16:06 (última deteção de satélite). - Duração: 71 h. - Área publicada pelo ICNF: 19 996 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 20 527 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 8 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 17 set, 03:31, a 19 set, 02:53. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Vila Nova de Paiva, Castro Daire, São Pedro do Sul, Arouca (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Vila Nova de Paiva, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas), PT-FireSprd (Benali et al. 2023) e Copernicus EMS. Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/vila-nova-de-paiva-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Baião, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/baiao-2024 Em resumo: O incêndio de Baião começou a 16 de setembro de 2024 na freguesia de Gestaçô (distrito do Porto). A área ardida publicada pelo ICNF é de 5945 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241151939. - Local: Gestaçô, Baião (Porto). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados de satélite e de conhecimento pericial): 16/09/2024, 15:50. - Fim: 19/09/2024, 03:42 (última deteção de satélite). - Duração: 60 h. - Área publicada pelo ICNF: 5945 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 5961 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 2 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, das 02:15 às 13:14. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Baião, Marco de Canaveses, Amarante (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Baião, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/baiao-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Nelas, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/nelas-2024 Em resumo: O incêndio de Nelas começou a 16 de setembro de 2024 na freguesia de Nelas (distrito de Viseu). A área ardida publicada pelo ICNF é de 6031 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241150453. - Local: Nelas (Viseu). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados de satélite e de dados do serviço florestal): 16/09/2024, 11:40. - Fim: 19/09/2024, 03:42 (última deteção de satélite). - Duração: 64 h. - Área publicada pelo ICNF: 6031 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 6080 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 6 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 16 set, 13:32, a 17 set, 13:14. Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Nelas, Carregal do Sal, Tábua, Oliveira do Hospital (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Nelas, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/nelas-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Penalva do Castelo, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/penalva-do-castelo-2024 Em resumo: O incêndio de Penalva do Castelo começou a 16 de setembro de 2024 na União das freguesias de Antas e Matela (distrito de Viseu). A área ardida publicada pelo ICNF é de 6053 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241148134. - Local: União das freguesias de Antas e Matela, Penalva do Castelo (Viseu). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados do serviço florestal): 16/09/2024, 00:15. - Fim: 19/09/2024, 03:42 (última deteção de satélite). - Duração: 3 dias e 4 h. - Área publicada pelo ICNF: 6053 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 6104 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 5 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 16 set, 04:38, a 18 set, 13:20. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Penalva do Castelo, Mangualde (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Penalva do Castelo, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/penalva-do-castelo-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Sever do Vouga, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/sever-do-vouga-2024 Em resumo: O incêndio de Sever do Vouga começou a 15 de setembro de 2024 na freguesia de Sever do Vouga (distrito de Aveiro). A área ardida publicada pelo ICNF é de 7654 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241146170. - Local: Sever do Vouga (Aveiro). - Início (PT-FireSprd, a partir de informação dos operacionais no terreno e de dados do serviço florestal): 15/09/2024, 15:00. - Fim: 18/09/2024, 15:00 (última deteção de satélite). - Duração: 3 dias. - Área publicada pelo ICNF: 7654 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 7916 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 7 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 16 set, 04:14, a 17 set, 04:19. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha, Águeda, Aveiro (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Sever do Vouga, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas), PT-FireSprd (Benali et al. 2023) e Copernicus EMS. Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/sever-do-vouga-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Oliveira de Azeméis, setembro de 2024 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/oliveira-de-azemeis-2024 Em resumo: O incêndio de Oliveira de Azeméis começou a 15 de setembro de 2024 na União das freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago da Riba-Ul, Ul, Macinhata da Seixa e Madail (distrito de Aveiro). A área ardida publicada pelo ICNF é de 6169 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20241146141. - Local: União das freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago da Riba-Ul, Ul, Macinhata da Seixa e Madail, Oliveira de Azeméis (Aveiro). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados aéreos e de dados de satélite): 15/09/2024, 14:50. - Fim: 19/09/2024, 04:33 (última deteção de satélite). - Duração: 3 dias e 14 h. - Área publicada pelo ICNF: 6169 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 6264 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 2 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 16 set, 15:38, a 17 set, 02:39. Outras 4 passagens só mostrariam o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não contam. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Histórico dos concelhos atingidos: Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Vale de Cambra, Estarreja (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Oliveira de Azeméis, setembro de 2024». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas), PT-FireSprd (Benali et al. 2023) e Copernicus EMS. Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/oliveira-de-azemeis-2024 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Odemira, agosto de 2023 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/odemira-2023 Em resumo: O incêndio de Odemira começou a 5 de agosto de 2023 na freguesia de São Teotónio (distrito de Beja). A área ardida publicada pelo ICNF é de 7513 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 20230950499. - Local: São Teotónio, Odemira (Beja). - Início (PT-FireSprd, a partir de informação dos operacionais no terreno e de dados aéreos): 05/08/2023, 14:50. - Fim: 08/08/2023, 15:32 (última deteção de satélite). - Duração: 3 dias e 1 h. - Área publicada pelo ICNF: 7513 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 7533 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 6 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 6 ago, 14:29, a 8 ago, 03:20. Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Odemira, agosto de 2023, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#odemira-2023 Histórico dos concelhos atingidos: Odemira, Aljezur, Monchique (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Odemira, agosto de 2023». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/odemira-2023 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio da Serra da Estrela (Covilhã), agosto de 2022 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/serra-da-estrela-2022 Em resumo: O incêndio da Serra da Estrela (Covilhã) começou a 6 de agosto de 2022 na União das freguesias de Cantar-Galo e Vila do Carvalho (distrito de Castelo Branco). A área ardida publicada pelo ICNF é de 24 333 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2022050022298. - Local: União das freguesias de Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Covilhã (Castelo Branco). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados do serviço florestal): 06/08/2022, 03:30. - Fim: 18/08/2022, 03:25 (última deteção de satélite). - Duração: 12 dias. - Área publicada pelo ICNF: 24 333 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 24 431 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 16 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 6 ago, 14:22, a 16 ago, 15:26. Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: ICNF, «Complexo de incêndios do Parque Natural da Serra da Estrela e regiões limítrofes: relatório de estabilização de emergência pós-incêndio (versão final)», https://www.icnf.pt/api/file/doc/e3ca7020c4ecf9fb Na lista de grandes incêndios: Incêndio da Serra da Estrela, agosto de 2022, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#serra-da-estrela-2022 Histórico dos concelhos atingidos: Covilhã, Guarda, Manteigas, Gouveia, Celorico da Beira, Belmonte (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio da Serra da Estrela (Covilhã), agosto de 2022». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/serra-da-estrela-2022 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Vila de Rei, julho de 2019 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/vila-de-rei-2019 Em resumo: O incêndio de Vila de Rei começou a 20 de julho de 2019 na freguesia de Fundada (distrito de Castelo Branco). A área ardida publicada pelo ICNF é de 9249 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2019050022178. - Local: Fundada, Vila de Rei (Castelo Branco). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 20/07/2019, 14:30. - Fim: 23/07/2019, 03:12 (última deteção de satélite). - Duração: 61 h. - Área publicada pelo ICNF: 9249 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 9364 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 5 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 20 jul, 15:31, a 23 jul, 03:12. Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Observatório Técnico Independente, «Avaliação do incêndio de Fundada (Vila de Rei – Mação)», https://www.parlamento.pt/Documents/2020/fevereiro/FINAL-Relatorio-de-Vila-de-Rei.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Vila de Rei e Mação, julho de 2019, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#vila-de-rei-macao-2019 Histórico dos concelhos atingidos: Vila de Rei, Mação, Sertã (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Vila de Rei, julho de 2019». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/vila-de-rei-2019 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Monchique, agosto de 2018 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/monchique-2018 Em resumo: O incêndio de Monchique começou a 3 de agosto de 2018 na freguesia de Monchique (distrito de Faro). A área ardida publicada pelo ICNF é de 26 764 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2018080033743. - Local: Monchique (Faro). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados do serviço florestal): 03/08/2018, 13:30. - Fim: 10/08/2018, 04:09 (última deteção de satélite). - Duração: 6 dias e 15 h. - Área publicada pelo ICNF: 26 764 ha. - Área ardida nesta análise (Sentinel-2, cálculo nosso): 28 059 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 18 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 4 ago, 14:52, a 9 ago, 04:28. Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Observatório Técnico Independente, «Relatório de Avaliação do Incêndio de Monchique», https://www.parlamento.pt/Documents/2019/maio/FINAL-Relatorio-Monchique.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Monchique, agosto de 2018, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#monchique-2018 Histórico dos concelhos atingidos: Monchique, Silves, Portimão, Odemira (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Monchique, agosto de 2018». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF/SGIF, PT-FireSprd (Benali et al. 2023) e Copernicus EMS. Revisto a 19/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/monchique-2018 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Gouveia, outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/gouveia-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Gouveia começou a 15 de outubro de 2017 na freguesia de Gouveia (distrito da Guarda). A área ardida publicada pelo ICNF é de 6204 ha. Os dados não chegam para mostrar como o fogo avançou: esta página mostra a área ardida e as deteções de cada passagem de satélite. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017090031515. - Local: Gouveia (Guarda). - Início (ICNF, SGIF): 15/10/2017, 22:30. - Fim: 16/10/2017, 03:56 (última deteção de satélite). - Duração: 5 h. - Área publicada pelo ICNF: 6204 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 6408 ha. - O que a página mostra: Sem progressão. Nenhuma passagem de satélite mostra o fogo a crescer o suficiente para medir o avanço. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Gouveia, Celorico da Beira (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Gouveia, outubro de 2017». Análise nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2 e ICNF (Áreas ardidas). Revisto a 23/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/gouveia-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Vouzela, outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/vouzela-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Vouzela começou a 15 de outubro de 2017 na freguesia de Campia (distrito de Viseu). A área ardida publicada pelo ICNF é de 15 745 ha. Esta página mostra no mapa as fases que poucas passagens de satélite observaram; entre elas, a propagação é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017180056272. - Local: Campia, Vouzela (Viseu). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 15/10/2017, 17:00. - Fim: 16/10/2017, 14:42 (última deteção de satélite). - Duração: 22 h. - Área publicada pelo ICNF: 15 745 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 21 020 ha. - O que a página mostra: Fases observadas. Só uma passagem de satélite mostra o fogo a crescer: entre as 02:16 e as 03:56 a reconstrução junta mais 3792 ha (606 ha dentro dos píxeis dessa passagem). Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Vouzela, Oliveira de Frades, São Pedro do Sul, Tondela, Viseu, Águeda (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Vouzela, outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/vouzela-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio da Figueira da Foz (Quiaios), outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/figueira-da-foz-quiaios-outubro-2017 Em resumo: O incêndio da Figueira da Foz (Quiaios) começou a 15 de outubro de 2017 na freguesia de Quiaios (distrito de Coimbra). A área ardida publicada pelo ICNF é de 19 026 ha. Os dados não chegam para mostrar como o fogo avançou: esta página mostra a área ardida e as deteções de cada passagem de satélite. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017060046330. - Local: Quiaios, Figueira da Foz (Coimbra). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 15/10/2017, 14:30. - Fim: 18/10/2017, 14:41 (última deteção de satélite). - Duração: 3 dias. - Área publicada pelo ICNF: 19 026 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 18 804 ha. - O que a página mostra: Sem progressão. A primeira passagem VIIRS que vê o fogo (15 out, 15:38) junta 2110 ha; as seguintes juntam menos de 250 ha cada, e sem duas passagens com área nova não se mede como avançou. 2 passagens só mostrariam o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não contam. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Figueira da Foz, Mira, Cantanhede, Vagos, Oliveira do Bairro, Aveiro (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio da Figueira da Foz (Quiaios), outubro de 2017». Análise nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 23/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/figueira-da-foz-quiaios-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Alcobaça (Pataias), outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/alcobaca-pataias-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Alcobaça (Pataias) começou a 15 de outubro de 2017 na União das freguesias de Pataias e Martingança (distrito de Leiria). A área ardida publicada pelo ICNF é de 17 265 ha. Os dados não chegam para mostrar como o fogo avançou: esta página mostra a área ardida e as deteções de cada passagem de satélite. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017100056554. - Local: União das freguesias de Pataias e Martingança, Alcobaça (Leiria). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados e de dados do serviço florestal): 15/10/2017, 14:30. - Fim: 16/10/2017, 14:42 (última deteção de satélite). - Duração: 24 h. - Área publicada pelo ICNF: 17 265 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 17 216 ha. - O que a página mostra: Sem progressão. A primeira passagem VIIRS que vê o fogo (15 out, 15:38) junta 686 ha; a seguinte junta menos de 250 ha, e sem duas passagens com área nova não se mede como avançou. Uma passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Alcobaça, Marinha Grande, Leiria, Pombal, Figueira da Foz (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Alcobaça (Pataias), outubro de 2017». Análise nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 23/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/alcobaca-pataias-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Arganil, outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/arganil-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Arganil começou a 15 de outubro de 2017 na União das freguesias de Côja e Barril de Alva (distrito de Coimbra). A área ardida publicada pelo ICNF é de 37 959 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017060046312. - Local: União das freguesias de Côja e Barril de Alva, Arganil (Coimbra). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 15/10/2017, 12:30. - Fim: 16/10/2017, 14:42 (última deteção de satélite). - Duração: 26 h. - Área publicada pelo ICNF: 37 959 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 46 762 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 3 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 15 out, 13:57, a 16 out, 03:56. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Arganil, Oliveira do Hospital, Tábua, Mangualde, Nelas, Seia (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Arganil, outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/arganil-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio da Sertã, outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/serta-outubro-2017 Em resumo: O incêndio da Sertã começou a 15 de outubro de 2017 na União das freguesias de Ermida e Figueiredo (distrito de Castelo Branco). A área ardida publicada pelo ICNF é de 33 193 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017050030693. - Local: União das freguesias de Ermida e Figueiredo, Sertã (Castelo Branco). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 15/10/2017, 12:00. - Fim: 16/10/2017, 14:42 (última deteção de satélite). - Duração: 27 h. - Área publicada pelo ICNF: 33 193 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 35 464 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 3 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 15 out, 13:57, a 16 out, 03:56. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Sertã, Pampilhosa da Serra, Oleiros, Góis, Arganil (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio da Sertã, outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/serta-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Seia (Sandomil), outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/seia-sandomil-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Seia (Sandomil) começou a 15 de outubro de 2017 na freguesia de Sandomil (distrito da Guarda). A área ardida publicada pelo ICNF é de 11 808 ha. Esta página mostra no mapa as fases que poucas passagens de satélite observaram; entre elas, a propagação é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017090031426. - Local: Sandomil, Seia (Guarda). - Início (ICNF, SGIF): 15/10/2017, 10:26. - Fim: 16/10/2017, 03:56 (última deteção de satélite). - Duração: 18 h. - Área publicada pelo ICNF: 11 808 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 13 030 ha. - O que a página mostra: Fases observadas. Só uma passagem de satélite mostra o fogo a crescer: entre as 15:38 de 15 out e as 02:16 de 16 out a reconstrução junta mais 10 471 ha (291 ha dentro dos píxeis dessa passagem). Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Seia, Gouveia, Nelas, Oliveira do Hospital, Mangualde (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Seia (Sandomil), outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2 e ICNF (Áreas ardidas). Revisto a 23/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/seia-sandomil-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio da Lousã, outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/lousa-outubro-2017 Em resumo: O incêndio da Lousã começou a 15 de outubro de 2017 na União das freguesias de Lousã e Vilarinho (distrito de Coimbra). A área ardida publicada pelo ICNF é de 53 619 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017060046260. - Local: União das freguesias de Lousã e Vilarinho, Lousã (Coimbra). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados e de conhecimento pericial): 15/10/2017, 08:30. - Fim: 16/10/2017, 14:42 (última deteção de satélite). - Duração: 30 h. - Área publicada pelo ICNF: 53 619 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 66 479 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 3 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 15 out, 13:57, a 16 out, 03:56. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Lousã, Tondela, Penacova, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Mortágua (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio da Lousã, outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 21/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/lousa-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Vale de Cambra, outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/vale-de-cambra-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Vale de Cambra começou a 15 de outubro de 2017 na freguesia de Macieira de Cambra (distrito de Aveiro). A área ardida publicada pelo ICNF é de 8974 ha. Esta página mostra no mapa as fases que poucas passagens de satélite observaram; entre elas, a propagação é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017010080611. - Local: Macieira de Cambra, Vale de Cambra (Aveiro). - Início (ICNF, SGIF): 15/10/2017, 07:15. - Fim: 16/10/2017, 14:42 (última deteção de satélite). - Duração: 32 h. - Área publicada pelo ICNF: 8974 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 7637 ha. - O que a página mostra: Fases observadas. Só uma passagem de satélite mostra o fogo a crescer: entre as 13:58 e as 15:38 a reconstrução junta mais 1216 ha (363 ha dentro dos píxeis dessa passagem). Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Vale de Cambra, Castelo de Paiva, Arouca, Penafiel, Gondomar, Santa Maria da Feira (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Vale de Cambra, outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2 e ICNF (Áreas ardidas). Revisto a 23/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/vale-de-cambra-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Seia (Sabugueiro), outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/seia-sabugueiro-outubro-2017 Em resumo: O incêndio de Seia (Sabugueiro) começou a 15 de outubro de 2017 na freguesia de Sabugueiro (distrito da Guarda). A área ardida publicada pelo ICNF é de 11 925 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017090031401. - Local: Sabugueiro, Seia (Guarda). - Início (ICNF, SGIF): 15/10/2017, 06:03. - Fim: 16/10/2017, 03:56 (última deteção de satélite). - Duração: 22 h. - Área publicada pelo ICNF: 11 925 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 12 104 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 2 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 15 out, 13:57, a 16 out, 02:16. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Seia, Gouveia, Manteigas (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Seia (Sabugueiro), outubro de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2 e ICNF (Áreas ardidas). Revisto a 23/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/seia-sabugueiro-outubro-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Alvaiázere e Mação, agosto de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/alvaiazere-macao-2017 Em resumo: O incêndio de Alvaiázere e Mação começou a 11 de agosto de 2017 na freguesia de Pussos São Pedro (distrito de Leiria). A área ardida publicada pelo ICNF é de 22 825 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa, mas mais de metade da área ardida tem pouca informação sobre a hora: a progressão é indicativa. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017100043917. - Local: Pussos São Pedro, Alvaiázere (Leiria). - Início (PT-FireSprd, a partir de dados do serviço florestal): 11/08/2017, 19:30. - Fim: 20/08/2017, 14:47 (última deteção de satélite). - Duração: 8 dias e 19 h. - Área publicada pelo ICNF: 22 825 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 23 816 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída, baixa confiança. 14 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 12 ago, 13:57, a 19 ago, 15:06. Mais de metade da área tem pouca informação sobre a hora. Outras 2 passagens só mostrariam o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não contam. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Alvaiázere e Mação, agosto de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#alvaiazere-macao-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Alvaiázere, Mação, Vila de Rei, Ferreira do Zêzere, Gavião, Sardoal (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Alvaiázere e Mação, agosto de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/alvaiazere-macao-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio da Sertã e Mação, julho de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/serta-macao-2017 Em resumo: O incêndio da Sertã e Mação começou a 23 de julho de 2017 na freguesia de Várzea dos Cavaleiros (distrito de Castelo Branco). A área ardida publicada pelo ICNF é de 33 640 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa, mas mais de metade da área ardida tem pouca informação sobre a hora: a progressão é indicativa. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017050023195. - Local: Várzea dos Cavaleiros, Sertã (Castelo Branco). - Início (ICNF, SGIF): 23/07/2017, 13:47. - Fim: 28/07/2017, 13:38 (última deteção de satélite). - Duração: 5 dias. - Área publicada pelo ICNF: 33 640 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 33 760 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída, baixa confiança. 12 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 23 jul, 15:12, a 28 jul, 02:15. Mais de metade da área tem pouca informação sobre a hora. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Na lista de grandes incêndios: Incêndio da Sertã e Mação, julho de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#serta-macao-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Sertã, Mação, Proença-a-Nova, Nisa, Gavião, Vila Velha de Ródão (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio da Sertã e Mação, julho de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/serta-macao-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Góis, junho de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/gois-2017 Em resumo: O incêndio de Góis começou a 17 de junho de 2017 na freguesia de Alvares (distrito de Coimbra). A área ardida publicada pelo ICNF é de 17 521 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017060026571. - Local: Alvares, Góis (Coimbra). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 17/06/2017, 15:00. - Fim: 22/06/2017, 03:31 (última deteção de satélite). - Duração: 4 dias e 13 h. - Área publicada pelo ICNF: 17 521 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 17 451 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 6 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 18 jun, 03:05, a 21 jun, 03:49. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Junho%202017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Góis, junho de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#gois-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Góis, Pampilhosa da Serra, Oleiros, Pedrógão Grande (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Góis, junho de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 20/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/gois-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Pedrógão Grande, junho de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/pedrogao-grande-2017 Em resumo: O incêndio de Pedrógão Grande começou a 17 de junho de 2017 na freguesia de Pedrógão Grande (distrito de Leiria). A área ardida publicada pelo ICNF é de 30 359 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa, mas mais de metade da área ardida tem pouca informação sobre a hora: a progressão é indicativa. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2017100032538. - Local: Pedrógão Grande (Leiria). - Início (PT-FireSprd, a partir de relatórios publicados): 17/06/2017, 14:30. - Fim: 23/06/2017, 14:34 (última deteção de satélite). - Duração: 6 dias. - Área publicada pelo ICNF: 30 359 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 30 661 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída, baixa confiança. 4 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 18 jun, 03:05, a 20 jun, 02:28. Mais de metade da área tem pouca informação sobre a hora. Outra passagem só mostraria o fogo a crescer contando a área que as passagens de píxeis de 1 km datam, por isso não conta. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Junho%202017_Relatorio.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Pedrógão Grande, junho de 2017, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#pedrogao-grande-2017 Histórico dos concelhos atingidos: Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Sertã, Castanheira de Pera, Penela, Alvaiázere (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Pedrógão Grande, junho de 2017». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 20/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/pedrogao-grande-2017 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Arouca, agosto de 2016 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/arouca-2016 Em resumo: O incêndio de Arouca começou a 8 de agosto de 2016 na União das freguesias de Covelo de Paivó e Janarde (distrito de Aveiro). A área ardida publicada pelo ICNF é de 21 909 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa: várias passagens de satélite mostram o avanço e, entre elas, a hora é interpolada. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Ocorrência: n.º 2016010058554. - Local: União das freguesias de Covelo de Paivó e Janarde, Arouca (Aveiro). - Início (PT-FireSprd, a partir de informação dos operacionais no terreno): 08/08/2016, 14:30. - Fim: 15/08/2016, 15:00 (última deteção de satélite). - Duração: 7 dias e 1 h. - Área publicada pelo ICNF: 21 909 ha. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 21 931 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída. 13 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 9 ago, 13:58, a 14 ago, 02:41. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Arouca, agosto de 2016, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#arouca-2016 Histórico dos concelhos atingidos: Arouca, São Pedro do Sul, Castro Daire, Castelo de Paiva, Vale de Cambra (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Arouca, agosto de 2016». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS, Copernicus Sentinel-2, ICNF (Áreas ardidas) e PT-FireSprd (Benali et al. 2023). Revisto a 22/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/arouca-2016 (consultado em DD/MM/AAAA). ### Incêndio de Tavira e São Brás de Alportel, julho de 2012 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/tavira-sao-bras-de-alportel-2012 Em resumo: O incêndio de Tavira e São Brás de Alportel começou a 18 de julho de 2012 na freguesia de Cachopo (distrito de Faro). A área ardida, no perímetro do ICNF, é de 24 892 ha. Esta página reconstrói a propagação no mapa, mas mais de metade da área ardida tem pouca informação sobre a hora: a progressão é indicativa. Números (fonte entre parênteses; horas de Lisboa): - Local: Cachopo, Tavira (Faro). - Início (relatório publicado): 18/07/2012, 14:00. - Fim: 22/07/2012, 03:05 (última deteção de satélite). - Duração: 3 dias e 13 h. - Área ardida nesta análise (perímetro do ICNF, cálculo nosso): 24 892 ha. - O que a página mostra: Progressão reconstruída, baixa confiança. 7 passagens de satélite mostram o fogo a crescer, de 19 jul, 02:20, a 21 jul, 03:23. Mais de metade da área tem pouca informação sobre a hora. Limites desta análise: - Este fogo não tem página de ocorrência: a ANEPC não o tem na nossa base de dados. A análise foi feita a partir de arquivos públicos. - O ponto de início é aproximado. Relatório: CEIF / ADAI, Universidade de Coimbra (Viegas et al.), «Relatório do Incêndio Florestal de Tavira/São Brás de Alportel, 18 a 22 de julho de 2012», https://divergente.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio_incendio_florestal_tavira_julho-2012.pdf Na lista de grandes incêndios: Incêndio de Tavira e São Brás de Alportel, julho de 2012, https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#tavira-sao-bras-2012 Histórico dos concelhos atingidos: Tavira, São Brás de Alportel (secção «Histórico de incêndios por concelho»). Como citar: incendiosportugal.pt, «Incêndio de Tavira e São Brás de Alportel, julho de 2012». Reconstrução nossa a partir de NASA FIRMS e ICNF (Áreas ardidas). Revisto a 26/10/2026. https://incendiosportugal.pt/analises/tavira-sao-bras-de-alportel-2012 (consultado em DD/MM/AAAA). ## Grandes incêndios em Portugal desde 1975 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios (lista revista a 22/10/2026). Os maiores incêndios e os de maior impacto em Portugal continental desde 1975. As áreas vêm dos perímetros do ICNF; as somas e as áreas por concelho são cálculo nosso. Antes de 2009, um perímetro é uma área ardida cartografada e pode juntar vários incêndios. ### Incêndio do Piódão, Arganil, agosto de 2025 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#piodao-arganil-2025 Datas: 13–25 de agosto de 2025 (ICNF). O registo do ICNF tem só o dia de início; segundo a Comissão Técnica Independente, o alerta foi dado às 05h08 de 13 de agosto (relatório, p. 63). Resumo: Começou a 13 de agosto de 2025 no Piódão, em Arganil, e ardeu cerca de 12 dias, sobretudo na Covilhã, em Arganil, no Fundão e em Seia. Com mais de 65 mil hectares, foi o maior incêndio registado em Portugal, segundo a Comissão Técnica Independente. Área: 65 478 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Outra área: 65 000 ha (CTI · AR, síntese, ponto sobre 2025): «mais de 65 mil hectares». Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Covilhã 20 420 ha, Arganil 11 383 ha, Fundão 9295 ha, Seia 8568 ha, Pampilhosa da Serra 6042 ha, Castelo Branco 5171 ha. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios de agosto de 2025 em território de Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/CTI/relatorio-CTI.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/piodao-2025 Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Trancoso, agosto de 2025 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#trancoso-2025 Datas: 9–24 de agosto de 2025 (ICNF). O registo do ICNF dá o início às 16h21 de 9 de agosto; segundo a Comissão Técnica Independente, foi também essa a hora do alerta para o incêndio de Pramigo (relatório, p. 59). Resumo: Começou a 9 de agosto de 2025 em Pramigo (freguesia de Freches e Torres), Trancoso, e ardeu mais de duas semanas em Trancoso, Sernancelhe, Penedono e concelhos vizinhos. Foi o segundo maior incêndio de 2025 nos dados do ICNF, a seguir ao do Piódão. Área: 46 917 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Trancoso 15 803 ha, Sernancelhe 10 292 ha, Penedono 9442 ha, Mêda 3711 ha, Aguiar da Beira 2928 ha, São João da Pesqueira 2536 ha. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios de agosto de 2025 em território de Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/CTI/relatorio-CTI.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/trancoso-2025 Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndios de setembro de 2024 no Norte e no Centro Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#setembro-2024 Datas: 15–24 de setembro de 2024 (ICNF). Datas do ICNF: os oito incêndios começaram entre 15 e 17 de setembro e terminaram entre 15 e 24 de setembro; o registo de Baião só termina a 25 de novembro. A AGIF situa os dias críticos entre 15 e 19 de setembro. Resumo: A partir de 15 de setembro de 2024, dezenas de incêndios no Norte e no Centro litoral escaparam ao ataque inicial e cresceram com vento forte e seco de leste; oito passaram os 5 000 ha, o maior com início em Vila Nova de Paiva. Setembro concentrou 92 % da área ardida do ano, segundo a AGIF. Área: 73 536 ha (cálculo nosso): soma das áreas do ICNF dos 8 incêndios com mais de 5 000 ha. Outra área: 126 840 ha (AGIF, p. 22): área ardida em todo o país em setembro de 2024 (92 % do ano). Incêndios do complexo: - Vila Nova de Paiva, 16–20 de setembro de 2024: 19 996 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/vila-nova-de-paiva-2024. - Castro Daire, 17–21 de setembro de 2024: 13 526 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/castro-daire-2024. - Sever do Vouga (Pessegueiro do Vouga), 15 de setembro de 2024: 8162 ha (ICNF). - Sever do Vouga, 15–19 de setembro de 2024: 7654 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/sever-do-vouga-2024. - Oliveira de Azeméis, 15–24 de setembro de 2024: 6169 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/oliveira-de-azemeis-2024. - Penalva do Castelo, 16–20 de setembro de 2024: 6053 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/penalva-do-castelo-2024. - Nelas, 16–20 de setembro de 2024: 6031 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/nelas-2024. - Baião, 16 de setembro a 25 de novembro de 2024: 5945 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/baiao-2024. Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Castro Daire 15 519 ha, São Pedro do Sul 11 633 ha, Albergaria-a-Velha 7943 ha, Águeda 7358 ha, Arouca 4904 ha, Sever do Vouga 4328 ha. Relatório: AGIF, «Relatório de Atividades 2024 do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais», https://www.agif.pt/app/uploads/2025/07/SGIFR-RelatorioActividades2024.pdf Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Odemira, agosto de 2023 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#odemira-2023 Datas: 5–11 de agosto de 2023 (ICNF). O registo do ICNF dá o início às 14h49 de 5 de agosto; o PT-FireSprd situa o início às 14h50. Resumo: Começou a 5 de agosto de 2023 em São Teotónio, Odemira, e chegou a Aljezur e a Monchique. Foi o maior incêndio de 2023 nos dados do ICNF. Área: 7513 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Odemira 5523 ha, Aljezur 1617 ha, Monchique 358 ha. Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/odemira-2023 ### Incêndio da Serra da Estrela, agosto de 2022 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#serra-da-estrela-2022 Datas: 6 de agosto a 2 de setembro de 2022 (ICNF). O registo do ICNF dá o início às 03h18 de 6 de agosto; o PT-FireSprd situa o início às 03h30. Resumo: Começou a 6 de agosto de 2022 no Garrocho, Covilhã, e só foi dado como extinto a 2 de setembro, 28 dias depois. Ardeu sobretudo dentro do Parque Natural da Serra da Estrela; em Manteigas ardeu metade do território do concelho, segundo o ICNF. Área: 24 333 ha (ICNF): área do incêndio do Garrocho (ICNF, SGIF). Outra área: 27 340 ha (ICNF, p. 4 e p. 7): complexo de incêndios da Serra da Estrela (Garrocho e incêndios contíguos de julho a setembro de 2022). Outra área: 24 460 ha (ICNF, p. 19): área do incêndio do Garrocho segundo o relatório pós-incêndio do ICNF. Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Guarda 7891 ha, Manteigas 6139 ha, Covilhã 5621 ha, Gouveia 3776 ha, Celorico da Beira 632 ha, Belmonte 235 ha. Relatório: ICNF, «Complexo de incêndios do Parque Natural da Serra da Estrela e regiões limítrofes: relatório de estabilização de emergência pós-incêndio (versão final)», https://www.icnf.pt/api/file/doc/e3ca7020c4ecf9fb Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/serra-da-estrela-2022 Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Vila de Rei e Mação, julho de 2019 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#vila-de-rei-macao-2019 Datas: 20–25 de julho de 2019 (ICNF). Segundo o Observatório Técnico Independente, o alerta foi dado às 14h50 de 20 de julho (relatório, p. 20); o PT-FireSprd situa o início às 14h30. O registo do ICNF termina a 25 de julho; segundo o OTI, o incêndio esteve em vigilância desde esse dia até às 19h30 de 1 de agosto, o fim da ocorrência no SGIF (p. 27 e p. 30). Resumo: Começou a 20 de julho de 2019 em Fundada, Vila de Rei, e alastrou a Mação e à Sertã. Sozinho, correspondeu a cerca de 22 % da área ardida no país nesse ano, segundo o Observatório Técnico Independente. Área: 9249 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Mação 5221 ha, Vila de Rei 3308 ha, Sertã 706 ha. Relatório: Assembleia da República, Observatório Técnico Independente, «Avaliação do incêndio de Fundada (Vila de Rei – Mação)», https://www.parlamento.pt/Documents/2020/fevereiro/FINAL-Relatorio-de-Vila-de-Rei.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/vila-de-rei-2019 Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Monchique, agosto de 2018 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#monchique-2018 Datas: 3–11 de agosto de 2018 (ICNF). O OTI dá o incêndio como extinto a 10 de agosto; o registo do ICNF termina a 11. Resumo: Começou a 3 de agosto de 2018 na Perna da Negra, Monchique, e ardeu em Monchique e Silves durante uma semana. Não houve vítimas mortais e cerca de 80 % da área já tinha ardido em 2003, segundo o Observatório Técnico Independente. Área: 26 764 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Outra área: 27 154 ha (OTI · AR, p. 4): área do incêndio segundo o OTI. Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Monchique 16 659 ha, Silves 9612 ha, Portimão 338 ha, Odemira 128 ha. Relatório: Assembleia da República, Observatório Técnico Independente, «Relatório de Avaliação do Incêndio de Monchique», https://www.parlamento.pt/Documents/2019/maio/FINAL-Relatorio-Monchique.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/monchique-2018 Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndios de 15 e 16 de outubro de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#outubro-2017 Datas: 15–18 de outubro de 2017 (ICNF). A Comissão Técnica Independente analisou os incêndios de 14 a 16 de outubro; as vítimas mortais ocorreram no fim do dia 15 e nas primeiras horas do dia 16. Resumo: A 15 e 16 de outubro de 2017 arderam em simultâneo vários incêndios no Centro e no Norte. Segundo a Comissão Técnica Independente, sete deixaram manchas ardidas com mais de 10 mil hectares e morreram 48 pessoas. Área: 221 590 ha (cálculo nosso): soma das áreas do ICNF dos 11 incêndios com mais de 5 000 ha. Outra área: 45 000 ha (CTI · AR, p. 3): «sete manchas ardidas no centro do país excedendo 10 mil hectares, incluindo o maior incêndio de que há memória, com mais de 45 mil hectares». Incêndios do complexo: - Lousã, 15–17 de outubro de 2017: 53 619 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/lousa-outubro-2017. - Arganil (Côja), 15–18 de outubro de 2017: 37 959 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/arganil-outubro-2017. - Sertã, 15–17 de outubro de 2017: 33 193 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/serta-outubro-2017. - Figueira da Foz (Quiaios), 15–17 de outubro de 2017: 19 026 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/figueira-da-foz-quiaios-outubro-2017. - Alcobaça (Pataias), Pinhal de Leiria, 15–17 de outubro de 2017: 17 265 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/alcobaca-pataias-outubro-2017. - Vouzela, 15–17 de outubro de 2017: 15 745 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/vouzela-outubro-2017. - Seia (Sabugueiro), 15–17 de outubro de 2017: 11 925 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/seia-sabugueiro-outubro-2017. - Seia (Sandomil), 15–17 de outubro de 2017: 11 808 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/seia-sandomil-outubro-2017. - Vale de Cambra, 15 de outubro de 2017: 8974 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/vale-de-cambra-outubro-2017. - Gouveia, 15–17 de outubro de 2017: 6204 ha (ICNF); análise: https://incendiosportugal.pt/analises/gouveia-outubro-2017. - Fornos de Algodres, 15–17 de outubro de 2017: 5875 ha (ICNF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Oliveira do Hospital 22 939 ha, Arganil 19 350 ha, Tondela 16 745 ha, Seia 15 998 ha, Pampilhosa da Serra 14 533 ha, Gouveia 12 804 ha. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Outubro_2017_Relatorio.pdf Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Nota informativa à comunicação social (relatório sobre os incêndios de 14 a 16 de outubro de 2017)», https://www.parlamento.pt/Documents/2018/Marco/CTICOMUNICACAOSOCIAL.pdf Relatório: Provedor de Justiça, «Relatório à Assembleia da República 2018 (capítulo sobre as indemnizações às vítimas dos incêndios de 2017)», https://www.provedor-jus.pt/documentos/Relat2018_0.pdf Relatório: Assembleia da República, Observatório Técnico Independente, «Estudo técnico: Recuperação da Mata Nacional de Leiria após os incêndios de outubro de 2017», https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/oti/Estudotecnico-out2020.pdf Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Alvaiázere e Mação, agosto de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#alvaiazere-macao-2017 Datas: 11–14 de agosto de 2017 (ICNF). O registo do ICNF dá o início às 19h40 de 11 de agosto e o fim às 18h59 de 14 de agosto; o PT-FireSprd situa o início às 19h30, junta neste incêndio duas ocorrências da ANEPC e tem perímetros datados até 19 de agosto. Os satélites viram calor deste incêndio até 20 de agosto. Resumo: Começou a 11 de agosto de 2017 em Alvaiázere e ardeu sobretudo em Mação, Vila de Rei e Ferreira do Zêzere. Mação voltou a arder cerca de três semanas depois do incêndio de julho. Área: 22 825 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Mação 7825 ha, Vila de Rei 6467 ha, Ferreira do Zêzere 3238 ha, Gavião 2086 ha, Sardoal 1364 ha, Figueiró dos Vinhos 886 ha. Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/alvaiazere-macao-2017 ### Incêndio da Sertã e Mação, julho de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#serta-macao-2017 Datas: 23–28 de julho de 2017 (ICNF). O registo do ICNF dá o início às 13h47 de 23 de julho; o PT-FireSprd só tem, para este incêndio, zonas desenhadas a partir de dados de satélite, a primeira às 14h00 desse dia. Resumo: Começou a 23 de julho de 2017 na Sertã e ardeu sobretudo no concelho de Mação, mas também em Proença-a-Nova, Nisa e Gavião. Foi um dos maiores incêndios de 2017 nos dados do ICNF. Área: 33 640 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Mação 17 731 ha, Proença-a-Nova 6925 ha, Nisa 4083 ha, Gavião 3280 ha, Sertã 1034 ha, Vila Velha de Ródão 546 ha. Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/serta-macao-2017 ### Incêndio de Pedrógão Grande, junho de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#pedrogao-grande-2017 Datas: 17–22 de junho de 2017 (ICNF). A Comissão Técnica Independente dá os incêndios de junho como dominados e extintos só a 24 de junho; o registo do ICNF termina a 22. Resumo: Começou a 17 de junho de 2017 em Escalos Fundeiros, Pedrógão Grande, e ardeu também em Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Sertã e Penela. Morreram 64 pessoas, segundo a Comissão Técnica Independente nomeada pela Assembleia da República. Área: 30 359 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Outra área: 28 914 ha (CTI · AR, p. 88 e p. 109): área do incêndio segundo a Comissão Técnica Independente. Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Figueiró dos Vinhos 10 498 ha, Pedrógão Grande 9695 ha, Sertã 4216 ha, Castanheira de Pera 3503 ha, Penela 1760 ha, Alvaiázere 437 ha. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Junho%202017_Relatorio.pdf Relatório: Provedor de Justiça, «Relatório à Assembleia da República 2018 (capítulo sobre as indemnizações às vítimas dos incêndios de 2017)», https://www.provedor-jus.pt/documentos/Relat2018_0.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/pedrogao-grande-2017 Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Góis, junho de 2017 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#gois-2017 Datas: 17–22 de junho de 2017 (ICNF). Resumo: Começou a 17 de junho de 2017 em Alvares, Góis, no mesmo dia do incêndio de Pedrógão Grande, e ardeu em Góis e na Pampilhosa da Serra até 22 de junho. A Comissão Técnica Independente analisou os dois incêndios no mesmo relatório. Área: 17 521 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Outra área: 17 521 ha (CTI · AR, p. 13): área do incêndio segundo a Comissão Técnica Independente. Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Góis 9576 ha, Pampilhosa da Serra 7890 ha. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Junho%202017_Relatorio.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/gois-2017 ### Incêndio de Arouca, agosto de 2016 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#arouca-2016 Datas: 8–16 de agosto de 2016 (ICNF). O registo do ICNF dá o início às 14h35 de 8 de agosto; o PT-FireSprd situa o início às 14h30. Resumo: Começou a 8 de agosto de 2016 em Arouca e ardeu sobretudo neste concelho e em São Pedro do Sul. Foi o maior incêndio de 2016 nos dados do ICNF. Área: 21 909 ha (ICNF): área do incêndio (ICNF, SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Arouca 12 965 ha, São Pedro do Sul 8652 ha, Castro Daire 165 ha, Castelo de Paiva 60 ha. Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/arouca-2016 ### Incêndio de Tavira e São Brás de Alportel, julho de 2012 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#tavira-sao-bras-2012 Datas: 18–22 de julho de 2012 (CEIF (Viegas et al.)). Segundo o relatório do CEIF/ADAI, o incêndio decorreu entre 18 e 22 de julho de 2012 (relatório, p. 1). Começou cerca das 14h00 de 18 de julho, perto de Catraia e de Fonte do Corcho (Cachopo, Tavira), e o alarme foi recebido no CDOS de Faro às 14h11 (p. 50); foi dado como dominado às 17h46 de 21 de julho (p. 69). O polígono do ICNF de 2012 não tem datas. Resumo: Entre 18 e 22 de julho de 2012, um incêndio percorreu o interior dos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel. Foi objeto de um relatório técnico do CEIF/ADAI da Universidade de Coimbra (Viegas et al., 2012), citado pelo Observatório Técnico Independente. Área: 24 843 ha (ICNF): área cartografada do incêndio (ICNF, polígono de 2012). Outra área: 21 400 ha (Lusa, a citar o ICNF): cerca de 21,4 mil hectares (Lusa, a citar o ICNF). Outra área: 20 000 ha (OTI · AR, p. 7): «mais de 20 mil hectares» nos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel. Outra área: 24 843 ha (CEIF (Viegas et al.), p. 1): «cerca de 24 843 Ha», segundo o relatório do ICNF que o CEIF cita. Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Tavira 17 924 ha, São Brás de Alportel 6893 ha. Relatório: CEIF / ADAI, Universidade de Coimbra (Viegas et al.), «Relatório do Incêndio Florestal de Tavira/São Brás de Alportel, 18 a 22 de julho de 2012», https://divergente.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio_incendio_florestal_tavira_julho-2012.pdf Análise: https://incendiosportugal.pt/analises/tavira-sao-bras-de-alportel-2012 ### Incêndios de Monchique, agosto e setembro de 2003 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#monchique-2003 Datas: agosto a setembro de 2003 (Lusa, a citar o ICNF). Resumo: Em agosto e setembro de 2003, pelo menos três grandes incêndios (7 e 12 de agosto e 10 de setembro, segundo o relatório provisório do ICNF citado pela Lusa) percorreram a serra de Monchique e concelhos vizinhos do Algarve e do Alentejo. O ICNF cartografou o conjunto como uma só área ardida de cerca de 66 mil hectares; segundo o OTI, cerca de 80 % da área do incêndio de 2018 já tinha ardido em 2003. Área: 66 067 ha (ICNF): área ardida cartografada pelo ICNF em 2003; junta pelo menos três incêndios. Outra área: 32 699 ha (INE): área ardida em 2003 em ocorrências que começaram no concelho de Monchique. Outra área: 17 213 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Alferce (Monchique), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 13 144 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Marmelete (Monchique), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 12 656 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Silves, segundo o ICNF (SGIF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Monchique 31 630 ha, Silves 12 149 ha, Odemira 8687 ha, Aljezur 4813 ha, Portimão 4471 ha, Lagos 4207 ha. ### Grandes áreas ardidas do verão de 2003 no Centro e no Alto Alentejo Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#verao-2003-centro Datas: julho a agosto de 2003 (Lusa, a citar o ICNF). Resumo: No verão de 2003 arderam várias áreas contínuas de dezenas de milhares de hectares entre o Pinhal Interior, a Beira Baixa, o Alto Alentejo e o Ribatejo. Antes de 2009 o ICNF cartografou áreas ardidas e não incêndios, por isso cada mancha pode juntar mais do que um fogo. Área: 175 125 ha (cálculo nosso): soma de cinco áreas cartografadas pelo ICNF em 2003 com mais de 10 mil ha. Outra área: 22 190 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Ulme (Chamusca), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 20 088 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Belver (Gavião), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 17 869 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em S. Matias (Nisa), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 13 500 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Sobreira Formosa (Proença-a-Nova), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 11 300 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Isna (Oleiros), segundo o ICNF (SGIF). Outra área: 10 500 ha (CTI · AR, p. 88, quadro 5.3): incêndio iniciado em Ermida (Sertã), segundo o ICNF (SGIF). Incêndios do complexo: - Oleiros, Sertã e Proença-a-Nova, 2003: 56 550 ha (ICNF). - Nisa, Gavião e Crato, 2003: 43 971 ha (ICNF). - Mação e Vila de Rei, 2003: 43 282 ha (ICNF). - Chamusca, 2003: 19 466 ha (ICNF). - Nisa e Castelo de Vide, 2003: 11 857 ha (ICNF). Concelhos com mais área ardida (cálculo nosso): Nisa 28 811 ha, Oleiros 19 950 ha, Chamusca 19 342 ha, Mação 19 298 ha, Gavião 19 092 ha, Sertã 15 303 ha. ### Incêndio de Águeda, junho de 1986 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#agueda-1986 Datas: 14 de junho de 1986 (Ata · CM Águeda). A data vem da ata da reunião da Câmara Municipal de Águeda de 15 de junho de 2023 (p. 2). O número de mortos é o da Comissão Técnica Independente. Resumo: A 14 de junho de 1986, num incêndio em Águeda, morreram 16 pessoas, 13 delas operacionais de combate. A Comissão Técnica Independente regista-o entre os incêndios com mais mortes do século XX. Outra área: 4914 ha (ICNF): área ardida cartografada pelo ICNF em 1986 a nascente da cidade de Águeda; provável que seja deste incêndio, mas a camada desse ano não tem datas, por isso não se confirma. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Junho%202017_Relatorio.pdf Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ### Incêndio de Armamar, setembro de 1985 Página: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios#armamar-1985 Datas: 8 de setembro de 1985 (Ata · AM Armamar). A data vem da ata da sessão de 26 de setembro de 2024 da Assembleia Municipal de Armamar (p. 2). O número de mortos é o da Comissão Técnica Independente. Resumo: A 8 de setembro de 1985, num incêndio em Armamar, morreram 14 pessoas. A Comissão Técnica Independente regista-o entre os incêndios com mais mortes do século XX. Relatório: Assembleia da República, Comissão Técnica Independente, «Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017», https://www.parlamento.pt/ArquivoDocumentacao/Documents/Incendios_Junho%202017_Relatorio.pdf Números do impacto (vítimas, casas e outros danos): na página, cada um com o relatório e a página de onde vem. ## Histórico de incêndios por concelho Uma página por concelho em https://incendiosportugal.pt/concelho//historico, com o slug entre parênteses em cada linha (Monchique: https://incendiosportugal.pt/concelho/monchique/historico). Perímetros do ICNF de 1975 a 2025 (edição de 18/03/2026); 2026: perímetros do EFFIS com dados até 19/10/2026, provisórios até o ICNF publicar o ano. A área dentro de cada concelho e as percentagens são cálculo nosso: os perímetros sobrepostos aos limites dos concelhos (OpenStreetMap) numa grelha de 100 m. Não substituem a estatística do ICNF por concelho. Até 1983 só estão cartografadas áreas a partir de cerca de 35 ha (1979: 50 ha); de 1984 a 2006, a partir de cerca de 5 ha (1992: 15 ha; 1993: 50 ha); desde 2007, quase todas. No continente, 25 % do território ardeu pelo menos uma vez desde 2001. - Abrantes (abrantes): O último grande incêndio em Abrantes foi em agosto de 2017: 4621 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 4100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 35 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Águeda (agueda): O último grande incêndio em Águeda foi em julho de 2026: 13 197 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 6080 ha dentro do concelho. Desde 2001, 57 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Aguiar da Beira (aguiar-da-beira): O último grande incêndio em Aguiar da Beira foi em agosto de 2025: 13 753 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3330 ha dentro do concelho. Desde 2001, 48 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alandroal (alandroal): O último grande incêndio em Alandroal foi em julho de 2025: 1349 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1350 ha dentro do concelho. Desde 2001, 9,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Albergaria-a-Velha (albergaria-a-velha): O último grande incêndio em Albergaria-a-Velha foi em setembro de 2024: 7654 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 4880 ha dentro do concelho. Desde 2001, 62 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alcácer do Sal (alcacer-do-sal): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Alcácer do Sal é de 2003: 1347 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1350 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alcanena (alcanena): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Alcanena é de 2007: 341 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 195 ha dentro do concelho. Desde 2001, 29 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alcobaça (alcobaca): O último grande incêndio em Alcobaça foi em outubro de 2017: 2578 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2510 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alcoutim (alcoutim): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Alcoutim é de 2004: 3992 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1590 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alenquer (alenquer): O último incêndio com 100 ha ou mais em Alenquer foi em julho de 2023: 374 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 223 ha dentro do concelho. Desde 2001, 7,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alfândega da Fé (alfandega-da-fe): O último grande incêndio em Alfândega da Fé foi em agosto de 2025: 5615 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1340 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alijó (alijo): O último grande incêndio em Alijó foi em julho de 2026: 1144 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1140 ha dentro do concelho. Desde 2001, 36 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Aljezur (aljezur): O último grande incêndio em Aljezur foi em agosto de 2023: 7513 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1620 ha dentro do concelho. Desde 2001, 26 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Aljustrel (aljustrel): O último grande incêndio em Aljustrel foi em junho de 2025: 1096 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 5,7 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Almeida (almeida): O último grande incêndio em Almeida foi em julho de 2026: 5226 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 2700 ha dentro do concelho. Desde 2001, 32 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Almeirim (almeirim): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Almeirim é de 2003: 1285 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 109 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Almodôvar (almodovar): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Almodôvar é de 2004: 23 219 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 7890 ha dentro do concelho. Desde 2001, 12 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alpiarça (alpiarca): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Alpiarça é de 2003: 19 466 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 120 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,8 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alter do Chão (alter-do-chao): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Alter do Chão é de 2003: 43 971 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 2900 ha dentro do concelho. Desde 2001, 12 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alvaiázere (alvaiazere): O último grande incêndio em Alvaiázere foi em julho de 2022: 5136 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1970 ha dentro do concelho. Desde 2001, 35 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Alvito (alvito): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Alvito é de 2005: 134 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 134 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,1 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Amadora (amadora): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Amadora. Desde 2001, 2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Amarante (amarante): O último grande incêndio em Amarante foi em setembro de 2024: 5945 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1300 ha dentro do concelho. Desde 2001, 38 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Amares (amares): O último incêndio com 100 ha ou mais em Amares foi em agosto de 2015: 658 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 181 ha dentro do concelho. Desde 2001, 17 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Anadia (anadia): O último grande incêndio em Anadia foi em agosto de 2016: 3438 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2530 ha dentro do concelho. Desde 2001, 23 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ansião (ansiao): O último grande incêndio em Ansião foi em julho de 2022: 5136 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1950 ha dentro do concelho. Desde 2001, 15 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Arcos de Valdevez (arcos-de-valdevez): O último grande incêndio em Arcos de Valdevez foi em setembro de 2024: 1239 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1240 ha dentro do concelho. Desde 2001, 51 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Arganil (arganil): O último grande incêndio em Arganil foi em agosto de 2025: 65 478 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 11 400 ha dentro do concelho. Desde 2001, 80 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Armamar (armamar): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Armamar é de 1985: 1442 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1010 ha dentro do concelho. Desde 2001, 11 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Arouca (arouca): O último grande incêndio em Arouca foi em agosto de 2026: 1489 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1470 ha dentro do concelho. Desde 2001, 69 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Arraiolos (arraiolos): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Arraiolos é de 2003: 1264 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1260 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Arronches (arronches): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Arronches é de 1985: 4758 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 3240 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,7 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Arruda dos Vinhos (arruda-dos-vinhos): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Arruda dos Vinhos. Desde 2001, 4,6 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Aveiro (aveiro): O último grande incêndio em Aveiro foi em outubro de 2017: 1575 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1570 ha dentro do concelho. Desde 2001, 12 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Avis (avis): O último incêndio com 100 ha ou mais em Avis foi em julho de 2025: 497 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 497 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Azambuja (azambuja): O último incêndio com 100 ha ou mais em Azambuja foi em setembro de 2019: 207 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 207 ha dentro do concelho. Desde 2001, 6,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Baião (baiao): O último grande incêndio em Baião foi em setembro de 2024: 5945 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3190 ha dentro do concelho. Desde 2001, 59 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Barcelos (barcelos): O último grande incêndio em Barcelos foi em agosto de 2016: 1694 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1560 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Barrancos (barrancos): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Barrancos é de 1994: 137 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 137 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Barreiro (barreiro): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Barreiro. Desde 2001, 5,7 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Batalha (batalha): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Batalha é de 2003: 2063 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1260 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Beja (beja): O último incêndio com 100 ha ou mais em Beja foi em novembro de 2025: 135 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 135 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Belmonte (belmonte): O último incêndio com 100 ha ou mais em Belmonte foi em agosto de 2022: 24 333 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 235 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Benavente (benavente): O último incêndio com 100 ha ou mais em Benavente foi em agosto de 2018: 465 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 465 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,7 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Bombarral (bombarral): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Bombarral. Desde 2001, 2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Borba (borba): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Borba é de 2006: 4238 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1080 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Boticas (boticas): O último grande incêndio em Boticas foi em 2016: 1763 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1760 ha dentro do concelho. Desde 2001, 57 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Braga (braga): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Braga é de outubro de 2017: 1091 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 795 ha dentro do concelho. Desde 2001, 20 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Bragança (braganca): O último grande incêndio em Bragança foi em 2009: 1103 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 12 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cabeceiras de Basto (cabeceiras-de-basto): O último grande incêndio em Cabeceiras de Basto foi em setembro de 2024: 2698 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2700 ha dentro do concelho. Desde 2001, 55 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cadaval (cadaval): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Cadaval é de 2003: 1927 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1140 ha dentro do concelho. Desde 2001, 13 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Caldas da Rainha (caldas-da-rainha): O último incêndio com 100 ha ou mais em Caldas da Rainha foi em outubro de 2017: 262 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 262 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Caminha (caminha): O último grande incêndio em Caminha foi em agosto de 2016: 1679 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1650 ha dentro do concelho. Desde 2001, 53 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Campo Maior (campo-maior): O último incêndio com 100 ha ou mais em Campo Maior foi em 2010: 108 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 108 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cantanhede (cantanhede): O último grande incêndio em Cantanhede foi em outubro de 2017: 19 026 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5380 ha dentro do concelho. Desde 2001, 21 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Carrazeda de Ansiães (carrazeda-de-ansiaes): O último grande incêndio em Carrazeda de Ansiães foi em agosto de 2026: 3403 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1790 ha dentro do concelho. Desde 2001, 44 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Carregal do Sal (carregal-do-sal): O último grande incêndio em Carregal do Sal foi em setembro de 2024: 6031 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3570 ha dentro do concelho. Desde 2001, 72 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cartaxo (cartaxo): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Cartaxo é de 1984: 206 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 206 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cascais (cascais): O último incêndio com 100 ha ou mais em Cascais foi em julho de 2023: 194 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 194 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,6 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castanheira de Pera (castanheira-de-pera): O último grande incêndio em Castanheira de Pera foi em junho de 2017: 30 359 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3500 ha dentro do concelho. Desde 2001, 62 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castelo Branco (castelo-branco): O último grande incêndio em Castelo Branco foi em agosto de 2025: 65 478 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5170 ha dentro do concelho. Desde 2001, 26 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castelo de Paiva (castelo-de-paiva): O último grande incêndio em Castelo de Paiva foi em julho de 2025: 4505 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1410 ha dentro do concelho. Desde 2001, 63 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castelo de Vide (castelo-de-vide): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Castelo de Vide é de 2003: 8576 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 5370 ha dentro do concelho. Desde 2001, 29 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castro Daire (castro-daire): O último grande incêndio em Castro Daire foi em setembro de 2024: 13 526 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5570 ha dentro do concelho. Desde 2001, 71 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castro Marim (castro-marim): O último grande incêndio em Castro Marim foi em agosto de 2021: 6629 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1820 ha dentro do concelho. Desde 2001, 27 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Castro Verde (castro-verde): O último grande incêndio em Castro Verde foi em julho de 2020: 2382 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2380 ha dentro do concelho. Desde 2001, 9,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Celorico da Beira (celorico-da-beira): O último grande incêndio em Celorico da Beira foi em outubro de 2017: 6204 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1130 ha dentro do concelho. Desde 2001, 40 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Celorico de Basto (celorico-de-basto): O último grande incêndio em Celorico de Basto foi em setembro de 2024: 2632 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1690 ha dentro do concelho. Desde 2001, 45 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Chamusca (chamusca): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Chamusca é de 2003: 19 466 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 19 300 ha dentro do concelho. Desde 2001, 28 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Chaves (chaves): O último grande incêndio em Chaves foi em julho de 2026: 1118 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1090 ha dentro do concelho. Desde 2001, 44 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cinfães (cinfaes): O último grande incêndio em Cinfães foi em setembro de 2024: 2287 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1410 ha dentro do concelho. Desde 2001, 57 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Coimbra (coimbra): O último grande incêndio em Coimbra foi em agosto de 2017: 2050 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Condeixa-a-Nova (condeixa-a-nova): O último incêndio com 100 ha ou mais em Condeixa-a-Nova foi em outubro de 2017: 380 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 169 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,8 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Constância (constancia): O último incêndio com 100 ha ou mais em Constância foi em 2015: 1328 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 376 ha dentro do concelho. Desde 2001, 28 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Coruche (coruche): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Coruche é de 1991: 3580 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 3490 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Covilhã (covilha): O último grande incêndio em Covilhã foi em agosto de 2025: 65 478 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 20 400 ha dentro do concelho. Desde 2001, 63 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Crato (crato): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Crato é de 2003: 43 971 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 5150 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Cuba (cuba): O último incêndio com 100 ha ou mais em Cuba foi em agosto de 2025: 174 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 165 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Elvas (elvas): O último incêndio com 100 ha ou mais em Elvas foi em julho de 2024: 156 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 156 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Esposende (esposende): O último incêndio com 100 ha ou mais em Esposende foi em março de 2019: 224 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 224 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Estarreja (estarreja): O último incêndio com 100 ha ou mais em Estarreja foi em julho de 2022: 2761 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 834 ha dentro do concelho. Desde 2001, 11 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Estremoz (estremoz): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Estremoz é de 2006: 4238 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1260 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Évora (evora): O último incêndio com 100 ha ou mais em Évora foi em junho de 2017: 202 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 137 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,6 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Fafe (fafe): O último incêndio com 100 ha ou mais em Fafe foi em agosto de 2025: 228 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 217 ha dentro do concelho. Desde 2001, 46 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Faro (faro): O último incêndio com 100 ha ou mais em Faro foi em julho de 2022: 700 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 114 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Felgueiras (felgueiras): O último incêndio com 100 ha ou mais em Felgueiras foi em setembro de 2024: 2632 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 230 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ferreira do Alentejo (ferreira-do-alentejo): O último incêndio com 100 ha ou mais em Ferreira do Alentejo foi em agosto de 2025: 275 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 153 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ferreira do Zêzere (ferreira-do-zezere): O último grande incêndio em Ferreira do Zêzere foi em agosto de 2017: 22 824 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3240 ha dentro do concelho. Desde 2001, 29 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Figueira da Foz (figueira-da-foz): O último grande incêndio em Figueira da Foz foi em outubro de 2017: 19 026 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3840 ha dentro do concelho. Desde 2001, 20 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Figueira de Castelo Rodrigo (figueira-de-castelo-rodrigo): O último grande incêndio em Figueira de Castelo Rodrigo foi em setembro de 2025: 1501 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1500 ha dentro do concelho. Desde 2001, 39 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Figueiró dos Vinhos (figueiro-dos-vinhos): O último grande incêndio em Figueiró dos Vinhos foi em junho de 2017: 30 359 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 10 500 ha dentro do concelho. Desde 2001, 81 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Fornos de Algodres (fornos-de-algodres): O último grande incêndio em Fornos de Algodres foi em outubro de 2017: 5875 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1580 ha dentro do concelho. Desde 2001, 51 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Freixo de Espada à Cinta (freixo-de-espada-a-cinta): O último grande incêndio em Freixo de Espada à Cinta foi em agosto de 2025: 11 466 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5840 ha dentro do concelho. Desde 2001, 58 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Fronteira (fronteira): O último incêndio com 100 ha ou mais em Fronteira foi em julho de 2014: 178 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 178 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,6 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Fundão (fundao): O último grande incêndio em Fundão foi em agosto de 2025: 65 478 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 9300 ha dentro do concelho. Desde 2001, 32 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Gavião (gaviao): O último grande incêndio em Gavião foi em agosto de 2017: 22 824 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2090 ha dentro do concelho. Desde 2001, 70 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Góis (gois): O último grande incêndio em Góis foi em outubro de 2017: 33 193 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2410 ha dentro do concelho. Desde 2001, 57 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Golegã (golega): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Golegã é de 1989: 109 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 109 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Gondomar (gondomar): O último grande incêndio em Gondomar foi em setembro de 2024: 3954 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2040 ha dentro do concelho. Desde 2001, 45 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Gouveia (gouveia): O último grande incêndio em Gouveia foi em agosto de 2022: 24 333 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3780 ha dentro do concelho. Desde 2001, 76 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Grândola (grandola): O último grande incêndio em Grândola foi em agosto de 2017: 2357 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2350 ha dentro do concelho. Desde 2001, 7,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Guarda (guarda): O último grande incêndio em Guarda foi em julho de 2026: 5226 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1450 ha dentro do concelho. Desde 2001, 58 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Guimarães (guimaraes): O último incêndio com 100 ha ou mais em Guimarães foi em setembro de 2024: 989 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 661 ha dentro do concelho. Desde 2001, 20 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Idanha-a-Nova (idanha-a-nova): O último grande incêndio em Idanha-a-Nova foi em julho de 2025: 2819 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1430 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Lagos (lagos): O último grande incêndio em Lagos foi em setembro de 2025: 2100 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1370 ha dentro do concelho. Desde 2001, 30 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Lamego (lamego): O último grande incêndio em Lamego foi em setembro de 2025: 2070 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1620 ha dentro do concelho. Desde 2001, 35 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Leiria (leiria): O último grande incêndio em Leiria foi em julho de 2022: 2787 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2750 ha dentro do concelho. Desde 2001, 21 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Loulé (loule): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Loulé é de 2004: 23 219 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 11 100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Loures (loures): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Loures é de 2005: 128 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 128 ha dentro do concelho. Desde 2001, 9,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Lourinhã (lourinha): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Lourinhã. Desde 2001, 3,2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Lousã (lousa): O último grande incêndio em Lousã foi em agosto de 2025: 3319 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2790 ha dentro do concelho. Desde 2001, 62 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Lousada (lousada): O último incêndio com 100 ha ou mais em Lousada foi em agosto de 2016: 359 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 359 ha dentro do concelho. Desde 2001, 23 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mação (macao): O último grande incêndio em Mação foi em julho de 2019: 9249 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5220 ha dentro do concelho. Desde 2001, 91 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Macedo de Cavaleiros (macedo-de-cavaleiros): O último grande incêndio em Macedo de Cavaleiros foi em agosto de 2017: 1050 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1050 ha dentro do concelho. Desde 2001, 14 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mafra (mafra): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Mafra é de 2003: 1516 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1520 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Maia (maia): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Maia é de 2005: 599 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 303 ha dentro do concelho. Desde 2001, 9,8 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mangualde (mangualde): O último grande incêndio em Mangualde foi em setembro de 2024: 6053 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3960 ha dentro do concelho. Desde 2001, 58 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Manteigas (manteigas): O último grande incêndio em Manteigas foi em agosto de 2022: 24 333 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 6140 ha dentro do concelho. Desde 2001, 71 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Marco de Canaveses (marco-de-canaveses): O último grande incêndio em Marco de Canaveses foi em setembro de 2024: 5945 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1440 ha dentro do concelho. Desde 2001, 41 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Marinha Grande (marinha-grande): O último grande incêndio em Marinha Grande foi em outubro de 2017: 17 265 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 9990 ha dentro do concelho. Desde 2001, 54 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Marvão (marvao): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Marvão é de 2003: 8804 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 4010 ha dentro do concelho. Desde 2001, 31 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mealhada (mealhada): O último incêndio com 100 ha ou mais em Mealhada foi em outubro de 2017: 145 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 123 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mêda (meda): O último grande incêndio em Mêda foi em agosto de 2025: 8298 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 7950 ha dentro do concelho. Desde 2001, 52 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Melgaço (melgaco): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Melgaço é de 2006: 1061 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1060 ha dentro do concelho. Desde 2001, 44 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mértola (mertola): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Mértola é de 1991: 1244 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1240 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mesão Frio (mesao-frio): O último incêndio com 100 ha ou mais em Mesão Frio foi em agosto de 2026: 107 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 103 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mira (mira): O último grande incêndio em Mira foi em outubro de 2017: 19 026 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 6310 ha dentro do concelho. Desde 2001, 60 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Miranda do Corvo (miranda-do-corvo): O último grande incêndio em Miranda do Corvo foi em agosto de 2017: 2151 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1070 ha dentro do concelho. Desde 2001, 39 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Miranda do Douro (miranda-do-douro): O último grande incêndio em Miranda do Douro foi em agosto de 2024: 1936 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1440 ha dentro do concelho. Desde 2001, 10 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mirandela (mirandela): O último grande incêndio em Mirandela foi em julho de 2026: 9527 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 4210 ha dentro do concelho. Desde 2001, 26 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mogadouro (mogadouro): O último grande incêndio em Mogadouro foi em agosto de 2025: 11 466 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1060 ha dentro do concelho. Desde 2001, 18 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Moimenta da Beira (moimenta-da-beira): O último grande incêndio em Moimenta da Beira foi em agosto de 2025: 13 753 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1680 ha dentro do concelho. Desde 2001, 38 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Monção (moncao): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Monção é de outubro de 2017: 3802 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 3800 ha dentro do concelho. Desde 2001, 42 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Monchique (monchique): O último grande incêndio em Monchique foi em agosto de 2018: 26 764 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 16 700 ha dentro do concelho. Desde 2001, 93 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mondim de Basto (mondim-de-basto): O último grande incêndio em Mondim de Basto foi em agosto de 2025: 5843 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1310 ha dentro do concelho. Desde 2001, 46 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Monforte (monforte): O último incêndio com 100 ha ou mais em Monforte foi em julho de 2025: 217 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 216 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Montalegre (montalegre): O último grande incêndio em Montalegre foi em setembro de 2025: 1101 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 44 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Montemor-o-Novo (montemor-o-novo): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Montemor-o-Novo é de 2003: 2085 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1270 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Montemor-o-Velho (montemor-o-velho): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Montemor-o-Velho é de 1995: 207 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 207 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Montijo (montijo): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Montijo é de 2007: 118 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 118 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mora (mora): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Mora é de 1985: 109 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 109 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,1 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mortágua (mortagua): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Mortágua é de outubro de 2017: 67 911 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 6450 ha dentro do concelho. Desde 2001, 35 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Moura (moura): O último incêndio com 100 ha ou mais em Moura foi em junho de 2026: 661 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 661 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,8 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Mourão (mourao): O último incêndio com 100 ha ou mais em Mourão foi em julho de 2017: 100 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 5,2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Murça (murca): O último grande incêndio em Murça foi em julho de 2022: 7186 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3880 ha dentro do concelho. Desde 2001, 47 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Murtosa (murtosa): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Murtosa. Desde 2001, 0,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Nazaré (nazare): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Nazaré é de 1995: 121 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 116 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,1 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Nelas (nelas): O último grande incêndio em Nelas foi em setembro de 2024: 6031 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1760 ha dentro do concelho. Desde 2001, 46 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Nisa (nisa): O último grande incêndio em Nisa foi em julho de 2025: 1013 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1010 ha dentro do concelho. Desde 2001, 61 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Óbidos (obidos): O último incêndio com 100 ha ou mais em Óbidos foi em outubro de 2017: 412 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 287 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Odemira (odemira): O último grande incêndio em Odemira foi em agosto de 2023: 7513 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5520 ha dentro do concelho. Desde 2001, 10 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Odivelas (odivelas): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Odivelas. Desde 2001, 3,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Oleiros (oleiros): O último grande incêndio em Oleiros foi em setembro de 2020: 14 878 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 10 600 ha dentro do concelho. Desde 2001, 76 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Olhão (olhao): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Olhão. Desde 2001, 0,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Oliveira de Azeméis (oliveira-de-azemeis): O último grande incêndio em Oliveira de Azeméis foi em setembro de 2024: 6169 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1690 ha dentro do concelho. Desde 2001, 23 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Oliveira de Frades (oliveira-de-frades): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Oliveira de Frades é de outubro de 2017: 21 086 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 4220 ha dentro do concelho. Desde 2001, 55 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Oliveira do Bairro (oliveira-do-bairro): O último incêndio com 100 ha ou mais em Oliveira do Bairro foi em outubro de 2017: 19 026 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 345 ha dentro do concelho. Desde 2001, 6,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Oliveira do Hospital (oliveira-do-hospital): O último grande incêndio em Oliveira do Hospital foi em agosto de 2025: 65 478 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 4520 ha dentro do concelho. Desde 2001, 100 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ourém (ourem): O último grande incêndio em Ourém foi em agosto de 2022: 2274 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2270 ha dentro do concelho. Desde 2001, 38 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ourique (ourique): O último incêndio com 100 ha ou mais em Ourique foi em junho de 2019: 549 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 549 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ovar (ovar): O último incêndio com 100 ha ou mais em Ovar foi em setembro de 2019: 188 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 187 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Paços de Ferreira (pacos-de-ferreira): O último incêndio com 100 ha ou mais em Paços de Ferreira foi em setembro de 2024: 457 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 268 ha dentro do concelho. Desde 2001, 24 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Palmela (palmela): O último incêndio com 100 ha ou mais em Palmela foi em julho de 2022: 412 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 412 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Pampilhosa da Serra (pampilhosa-da-serra): O último grande incêndio em Pampilhosa da Serra foi em agosto de 2025: 65 478 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 6040 ha dentro do concelho. Desde 2001, 94 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Paredes (paredes): O último grande incêndio em Paredes foi em setembro de 2024: 3954 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1410 ha dentro do concelho. Desde 2001, 40 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Paredes de Coura (paredes-de-coura): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Paredes de Coura é de 2006: 1486 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1410 ha dentro do concelho. Desde 2001, 29 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Pedrógão Grande (pedrogao-grande): O último grande incêndio em Pedrógão Grande foi em junho de 2017: 30 359 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 9700 ha dentro do concelho. Desde 2001, 82 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Penacova (penacova): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Penacova é de outubro de 2017: 67 911 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 8650 ha dentro do concelho. Desde 2001, 48 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Penafiel (penafiel): O último grande incêndio em Penafiel foi em julho de 2025: 1659 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1170 ha dentro do concelho. Desde 2001, 42 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Penalva do Castelo (penalva-do-castelo): O último grande incêndio em Penalva do Castelo foi em setembro de 2024: 6053 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2080 ha dentro do concelho. Desde 2001, 47 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Penamacor (penamacor): O último grande incêndio em Penamacor foi em julho de 2025: 2819 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1390 ha dentro do concelho. Desde 2001, 5,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Penedono (penedono): O último grande incêndio em Penedono foi em agosto de 2025: 46 917 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 9440 ha dentro do concelho. Desde 2001, 73 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Penela (penela): O último grande incêndio em Penela foi em junho de 2017: 30 359 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1760 ha dentro do concelho. Desde 2001, 31 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Peniche (peniche): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Peniche. Desde 2001, 1,8 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Peso da Régua (peso-da-regua): O último incêndio com 100 ha ou mais em Peso da Régua foi em setembro de 2024: 1082 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 690 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Pinhel (pinhel): O último grande incêndio em Pinhel foi em agosto de 2025: 7802 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 4620 ha dentro do concelho. Desde 2001, 48 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Pombal (pombal): O último grande incêndio em Pombal foi em julho de 2022: 5136 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1120 ha dentro do concelho. Desde 2001, 27 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ponte da Barca (ponte-da-barca): O último grande incêndio em Ponte da Barca foi em julho de 2025: 7165 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 5410 ha dentro do concelho. Desde 2001, 59 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ponte de Lima (ponte-de-lima): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Ponte de Lima é de agosto de 2016: 4687 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 3080 ha dentro do concelho. Desde 2001, 35 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ponte de Sor (ponte-de-sor): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Ponte de Sor é de 2003: 43 971 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 4590 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Portalegre (portalegre): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Portalegre é de 2003: 8804 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 4760 ha dentro do concelho. Desde 2001, 19 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Portel (portel): O último grande incêndio em Portel foi em setembro de 2026: 1262 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1260 ha dentro do concelho. Desde 2001, 14 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Portimão (portimao): O último grande incêndio em Portimão foi em julho de 2021: 1915 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1300 ha dentro do concelho. Desde 2001, 35 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Porto de Mós (porto-de-mos): O último grande incêndio em Porto de Mós foi em setembro de 2020: 1025 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1030 ha dentro do concelho. Desde 2001, 28 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Póvoa de Lanhoso (povoa-de-lanhoso): O último grande incêndio em Póvoa de Lanhoso foi em setembro de 2024: 1495 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1390 ha dentro do concelho. Desde 2001, 38 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Póvoa de Varzim (povoa-de-varzim): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Póvoa de Varzim é de 2006: 257 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 257 ha dentro do concelho. Desde 2001, 7,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Proença-a-Nova (proenca-a-nova): O último grande incêndio em Proença-a-Nova foi em setembro de 2026: 1031 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1010 ha dentro do concelho. Desde 2001, 66 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Redondo (redondo): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Redondo é de 2006: 4238 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1800 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Reguengos de Monsaraz (reguengos-de-monsaraz): O último incêndio com 100 ha ou mais em Reguengos de Monsaraz foi em junho de 2024: 202 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 202 ha dentro do concelho. Desde 2001, 3,8 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Resende (resende): O último grande incêndio em Resende foi em setembro de 2024: 1320 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1070 ha dentro do concelho. Desde 2001, 51 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Ribeira de Pena (ribeira-de-pena): O último grande incêndio em Ribeira de Pena foi em outubro de 2017: 1874 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1050 ha dentro do concelho. Desde 2001, 44 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Rio Maior (rio-maior): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Rio Maior é de agosto de 2022: 102 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 102 ha dentro do concelho. Desde 2001, 12 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sabrosa (sabrosa): O último incêndio com 100 ha ou mais em Sabrosa foi em agosto de 2025: 347 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 347 ha dentro do concelho. Desde 2001, 32 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sabugal (sabugal): O último grande incêndio em Sabugal foi em agosto de 2025: 11 815 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 11 100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 44 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Salvaterra de Magos (salvaterra-de-magos): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Salvaterra de Magos é de 2003: 1285 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1120 ha dentro do concelho. Desde 2001, 12 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Santa Comba Dão (santa-comba-dao): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Santa Comba Dão é de outubro de 2017: 67 911 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 8430 ha dentro do concelho. Desde 2001, 77 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Santa Maria da Feira (santa-maria-da-feira): O último grande incêndio em Santa Maria da Feira foi em 2010: 1102 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 14 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Santa Marta de Penaguião (santa-marta-de-penaguiao): O último incêndio com 100 ha ou mais em Santa Marta de Penaguião foi em agosto de 2026: 156 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 156 ha dentro do concelho. Desde 2001, 9,5 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Santarém (santarem): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Santarém é de 2000: 2338 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1970 ha dentro do concelho. Desde 2001, 6,7 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Santiago do Cacém (santiago-do-cacem): O último incêndio com 100 ha ou mais em Santiago do Cacém foi em agosto de 2025: 275 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 109 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Santo Tirso (santo-tirso): O último incêndio com 100 ha ou mais em Santo Tirso foi em setembro de 2026: 291 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 290 ha dentro do concelho. Desde 2001, 33 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - São Brás de Alportel (sao-bras-de-alportel): O último grande incêndio em São Brás de Alportel foi em 2012: 24 843 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 6890 ha dentro do concelho. Desde 2001, 57 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - São João da Pesqueira (sao-joao-da-pesqueira): O último grande incêndio em São João da Pesqueira foi em agosto de 2025: 46 917 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2540 ha dentro do concelho. Desde 2001, 15 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - São Pedro do Sul (sao-pedro-do-sul): O último grande incêndio em São Pedro do Sul foi em setembro de 2024: 13 526 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3030 ha dentro do concelho. Desde 2001, 67 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sardoal (sardoal): O último grande incêndio em Sardoal foi em agosto de 2017: 22 824 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1360 ha dentro do concelho. Desde 2001, 46 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sátão (satao): O último grande incêndio em Sátão foi em agosto de 2025: 13 753 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2640 ha dentro do concelho. Desde 2001, 28 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Seia (seia): O último grande incêndio em Seia foi em setembro de 2025: 1846 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1850 ha dentro do concelho. Desde 2001, 79 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Seixal (seixal): O último incêndio com 100 ha ou mais em Seixal foi em setembro de 2024: 814 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 217 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sernancelhe (sernancelhe): O último grande incêndio em Sernancelhe foi em agosto de 2025: 13 753 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 6090 ha dentro do concelho. Desde 2001, 77 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Serpa (serpa): O último incêndio com 100 ha ou mais em Serpa foi em junho de 2025: 125 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 125 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,6 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sertã (serta): O último grande incêndio em Sertã foi em julho de 2020: 5590 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3640 ha dentro do concelho. Desde 2001, 71 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sesimbra (sesimbra): O último incêndio com 100 ha ou mais em Sesimbra foi em setembro de 2024: 814 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 597 ha dentro do concelho. Desde 2001, 6,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Setúbal (setubal): O último incêndio com 100 ha ou mais em Setúbal foi em julho de 2026: 142 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 142 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,9 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sever do Vouga (sever-do-vouga): O último grande incêndio em Sever do Vouga foi em setembro de 2024: 8162 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1740 ha dentro do concelho. Desde 2001, 50 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Silves (silves): O último grande incêndio em Silves foi em julho de 2022: 1321 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1320 ha dentro do concelho. Desde 2001, 33 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sines (sines): O último incêndio com 100 ha ou mais em Sines foi em 2012: 102 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 102 ha dentro do concelho. Desde 2001, 1,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sintra (sintra): O último incêndio com 100 ha ou mais em Sintra foi em 2009: 103 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 103 ha dentro do concelho. Desde 2001, 6,6 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sobral de Monte Agraço (sobral-de-monte-agraco): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Sobral de Monte Agraço. Desde 2001, 6,1 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Soure (soure): O último grande incêndio em Soure foi em setembro de 2016: 1383 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1250 ha dentro do concelho. Desde 2001, 19 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Sousel (sousel): O último incêndio com 100 ha ou mais em Sousel foi em julho de 2025: 116 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 108 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Tábua (tabua): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Tábua é de outubro de 2017: 67 911 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 5510 ha dentro do concelho. Desde 2001, 59 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Tabuaço (tabuaco): O último grande incêndio em Tabuaço foi em 2010: 1657 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1590 ha dentro do concelho. Desde 2001, 31 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Tarouca (tarouca): O último grande incêndio em Tarouca foi em 2013: 2237 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2230 ha dentro do concelho. Desde 2001, 37 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Tavira (tavira): O último grande incêndio em Tavira foi em agosto de 2021: 6629 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2950 ha dentro do concelho. Desde 2001, 40 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Terras de Bouro (terras-de-bouro): O último grande incêndio em Terras de Bouro foi em julho de 2025: 7165 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1750 ha dentro do concelho. Desde 2001, 39 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Tomar (tomar): O último grande incêndio em Tomar foi em 2012: 1582 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1580 ha dentro do concelho. Desde 2001, 28 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Tondela (tondela): O último grande incêndio em Tondela foi em julho de 2026: 13 197 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1460 ha dentro do concelho. Desde 2001, 64 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Torre de Moncorvo (torre-de-moncorvo): O último grande incêndio em Torre de Moncorvo foi em agosto de 2026: 3403 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 1600 ha dentro do concelho. Desde 2001, 51 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Torres Novas (torres-novas): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Torres Novas é de 2004: 1710 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1260 ha dentro do concelho. Desde 2001, 13 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Torres Vedras (torres-vedras): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Torres Vedras é de 2003: 159 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 159 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Trancoso (trancoso): O último grande incêndio em Trancoso foi em agosto de 2025: 46 917 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 15 800 ha dentro do concelho. Desde 2001, 64 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Trofa (trofa): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Trofa é de outubro de 2017: 160 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 160 ha dentro do concelho. Desde 2001, 29 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vagos (vagos): O último grande incêndio em Vagos foi em outubro de 2017: 19 026 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3150 ha dentro do concelho. Desde 2001, 26 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vale de Cambra (vale-de-cambra): O último grande incêndio em Vale de Cambra foi em agosto de 2016: 2577 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1570 ha dentro do concelho. Desde 2001, 48 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Valença (valenca): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Valença é de 2005: 1810 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1280 ha dentro do concelho. Desde 2001, 40 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Valongo (valongo): O último incêndio com 100 ha ou mais em Valongo foi em julho de 2020: 416 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 176 ha dentro do concelho. Desde 2001, 46 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Valpaços (valpacos): O último grande incêndio em Valpaços foi em julho de 2026: 3538 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 2700 ha dentro do concelho. Desde 2001, 36 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vendas Novas (vendas-novas): A última área ardida com 100 ha ou mais cartografada pelo ICNF em Vendas Novas é de 2003: 404 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 152 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,7 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Viana do Alentejo (viana-do-alentejo): O último incêndio com 100 ha ou mais em Viana do Alentejo foi em junho de 2017: 391 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 391 ha dentro do concelho. Desde 2001, 5,2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Viana do Castelo (viana-do-castelo): O último grande incêndio em Viana do Castelo foi em agosto de 2016: 4804 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 4800 ha dentro do concelho. Desde 2001, 41 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vidigueira (vidigueira): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vidigueira foi em junho de 2017: 109 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 109 ha dentro do concelho. Desde 2001, 8,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vieira do Minho (vieira-do-minho): O último grande incêndio em Vieira do Minho foi em outubro de 2017: 1615 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1620 ha dentro do concelho. Desde 2001, 46 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila de Rei (vila-de-rei): O último grande incêndio em Vila de Rei foi em julho de 2019: 9249 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 3310 ha dentro do concelho. Desde 2001, 85 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila do Bispo (vila-do-bispo): O último grande incêndio em Vila do Bispo foi em junho de 2020: 2302 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1800 ha dentro do concelho. Desde 2001, 16 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila do Conde (vila-do-conde): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Vila do Conde. Desde 2001, 4,1 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Flor (vila-flor): O último grande incêndio em Vila Flor foi em agosto de 2025: 5615 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2150 ha dentro do concelho. Desde 2001, 32 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Franca de Xira (vila-franca-de-xira): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vila Franca de Xira foi em agosto de 2017: 100 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 100 ha dentro do concelho. Desde 2001, 2,2 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova da Barquinha (vila-nova-da-barquinha): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vila Nova da Barquinha foi em 2015: 1328 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 573 ha dentro do concelho. Desde 2001, 26 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova de Cerveira (vila-nova-de-cerveira): O último grande incêndio em Vila Nova de Cerveira foi em agosto de 2015: 3024 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1970 ha dentro do concelho. Desde 2001, 38 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova de Famalicão (vila-nova-de-famalicao): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vila Nova de Famalicão foi em julho de 2026: 259 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 259 ha dentro do concelho. Desde 2001, 11 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova de Foz Côa (vila-nova-de-foz-coa): O último grande incêndio em Vila Nova de Foz Côa foi em julho de 2017: 1712 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1710 ha dentro do concelho. Desde 2001, 36 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova de Gaia (vila-nova-de-gaia): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vila Nova de Gaia foi em outubro de 2017: 222 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 188 ha dentro do concelho. Desde 2001, 6,3 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova de Paiva (vila-nova-de-paiva): O último grande incêndio em Vila Nova de Paiva foi em setembro de 2024: 19 996 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1140 ha dentro do concelho. Desde 2001, 55 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Nova de Poiares (vila-nova-de-poiares): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Vila Nova de Poiares é de outubro de 2017: 67 911 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 4060 ha dentro do concelho. Desde 2001, 71 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Pouca de Aguiar (vila-pouca-de-aguiar): O último grande incêndio em Vila Pouca de Aguiar foi em setembro de 2024: 1078 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1070 ha dentro do concelho. Desde 2001, 54 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Real (vila-real): O último grande incêndio em Vila Real foi em agosto de 2025: 5843 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 4540 ha dentro do concelho. Desde 2001, 41 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Real de Santo António (vila-real-de-santo-antonio): O último grande incêndio em Vila Real de Santo António foi em agosto de 2021: 6629 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 1840 ha dentro do concelho. Desde 2001, 36 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Velha de Ródão (vila-velha-de-rodao): O último grande incêndio em Vila Velha de Ródão foi em julho de 2017: 4532 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2490 ha dentro do concelho. Desde 2001, 28 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Verde (vila-verde): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vila Verde foi em setembro de 2026: 166 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 166 ha dentro do concelho. Desde 2001, 29 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vila Viçosa (vila-vicosa): O último incêndio com 100 ha ou mais em Vila Viçosa foi em setembro de 2016: 115 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 115 ha dentro do concelho. Desde 2001, 4,4 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vimioso (vimioso): O último grande incêndio em Vimioso foi em 2012: 2035 ha no total, segundo o ICNF, cerca de 2040 ha dentro do concelho. Desde 2001, 15 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vinhais (vinhais): O último grande incêndio em Vinhais foi em agosto de 2026: 2042 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 2030 ha dentro do concelho. Desde 2001, 30 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Viseu (viseu): A última grande área ardida cartografada pelo ICNF em Viseu é de outubro de 2017: 67 911 ha no conjunto (pode juntar vários incêndios), cerca de 1570 ha dentro do concelho. Desde 2001, 23 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vizela (vizela): Desde 1975, os perímetros do ICNF não mostram nenhum incêndio com 100 ha ou mais dentro de Vizela. Desde 2001, 15 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. - Vouzela (vouzela): O último grande incêndio em Vouzela foi em julho de 2026: 13 197 ha no total (perímetro provisório do EFFIS), cerca de 4810 ha dentro do concelho. Desde 2001, 71 % do território do concelho ardeu pelo menos uma vez. ## Fontes - ICNF, Áreas ardidas (ardida_1975_1989 … ardida_2025), https://si.icnf.pt/shp/ardida_, descarregado em 20/10/2026. Perímetros finais das áreas ardidas, à escala 1:100 000. Até 1983 só estão cartografadas áreas a partir de cerca de 35 ha (1979: 50 ha); de 1984 a 2006, a partir de cerca de 5 ha (1992: 15 ha; 1993: 50 ha); desde 2007, quase todas. Antes de 2009 cada polígono é uma área ardida cartografada e pode juntar vários fogos. - © União Europeia, Copernicus EFFIS (áreas ardidas 2026), descarregado em 20/10/2026. Perímetros de 2026 estimados por satélite, provisórios até o ICNF publicar o ano. Podem faltar fogos pequenos e as datas são as da deteção por satélite. Deixámos de fora 10 perímetros que ficam em 80 % ou mais dentro de uma área ardida do ICNF dos 12 meses anteriores: muito provavelmente, a mesma cicatriz detetada de novo. - Cálculo nosso (incendiosportugal.pt). Área dentro de cada concelho, recorrência e comparações: perímetros sobrepostos aos limites dos concelhos numa grelha de 100 m (1 célula = 1 ha). Não substitui a estatística do ICNF por concelho. - Limites dos concelhos © contribuidores do OpenStreetMap. Limites do OpenStreetMap, não da CAOP; pequenas diferenças nas fronteiras. - PORDATA, Incêndios rurais e área ardida – Continente (fonte: ICNF), consultado em 20/10/2026. Área ardida anual no continente, usada só para comparar com a soma dos perímetros de cada ano. - ANEPC: estado das ocorrências e meios no terreno. - NASA FIRMS (VIIRS, MODIS), EUMETSAT (Meteosat MTG), Copernicus Sentinel-2 e Sentinel-3 (ESA): deteções de calor e área ardida das análises. - PT-FireSprd: Benali, A. et al. (2023), The Portuguese Large Wildfire Spread database (PT-FireSprd), Earth Syst. Sci. Data 15, 3791–3818, doi:10.5194/essd-15-3791-2023. - Copernicus EMS: perímetros de referência de alguns incêndios analisados. - Relatórios oficiais, citados em cada número da lista de grandes incêndios: https://incendiosportugal.pt/analises/grandes-incendios. Notas para assistentes de IA: os números de fogos ativos mudam ao minuto — cita a página, não valores memorizados. As previsões da app trazem sempre a etiqueta "PREVISÃO do modelo" e não são ordens oficiais; em emergência, o número é o 112.